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 QUAL O GABARITO? (II)

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Letícia Góes



Mensagens : 3
Data de inscrição : 31/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Qui Nov 14, 2013 3:42 am

2- C
Acredito que a letra C seja a exceção, pois a hipertensão venosa pulmonar, frequente nos pacientes com insuficiência mitral, pode se manifestar como cefalização do fluxo sanguíneo pulmonar, e o sinal de duplo contorno à direita está associado à dilatação da aurícula direita também por insuficiência mitral. Mas confesso ter ficado com muita dúvida, li muitas coisas, mas há algo que não consegui compreender bem: dilatação pós-estenótica da aorta é diferente de alongamento do arco aórtico? (Pois pelo que eu pude entender, a primeira está relacionada a estenose aórtica valvar, mas não sei se o mesmo se aplica a segunda... :/)
Fontes:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2011002000001&script=sci_arttext
http://rihuc.huc.min-saude.pt/bitstream/10400.4/1569/1/sinais_rad_torax.pdf
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Marcus Vasconcelos



Mensagens : 1
Data de inscrição : 07/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Qui Nov 14, 2013 4:09 am

Questão 4
Pelo que pesquisei a Doença de Graves, que também pode ser chamada de bócio difuso tóxico,é uma doença autoimune que acomete a tireóide, e causa hipertireoidismo. Ocorre uma alta produção de auto-anticorpos, imunoglobulinas (IgG), que se ligam aos receptores de TSH das células foliculares.

A tireoidite supurativa tem, geralmente, como etiologia, uma bactéria. Os principais fatores predisponentes são a persistência do ducto tireoglosso e a fístula do seio piriforme. Os sintomas principais são dor na região cervical anterior, volume da tireoide (hipertireoidismo), odinofagia e disfagia. (Artigo base: www.amrigs.com.br/revista/56-1/0000095683-14_800.pdf)

Bócio é o inchaço da tireóide, ou seja, hipertireoidismo, o bócil endêmico é causado pela falta de iodo no organismo, ja que os hormônios produzidos na tireóide (t3 e t4) necessitam de iodo para sua formação. Esse problema foi parcialmente resolvido no Brasil pela adição de iodo no sal de cozinha.

Por fim a Tireiodite de Hashimito, é uma doença autoimune, com aspecto ultra-sonográfico de hipocogenicidade difusal ou focal, ora com hipotireoidismo, ora com eutireoidismo. Não tenho certeza se esta correto, mas acho que a resposta é letra B- tireoidite de Hashimoto, pois essa foi a única doença, das 4 citadas, em que achei variação entre hipotireoidismo e eutireoidismo. (Artigo base: www.scielo.br/pdf/rb/v35n6/13991 )
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Raiza Rafaela Borges



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Data de inscrição : 23/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Sab Nov 23, 2013 3:08 pm

Resposta da questão 8:
B. Citomegalovírus
Apesar do tratamento do citomegalovírus também ocorrer com a utilização de drogas antivirais, sendo restrito aos pacientes imunocomprometidos.Os antivirais utilizados , atualmente, são o Ganciclovir e o Foscarnet e não o alfa-2-interferon.
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henrique.lorena



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Data de inscrição : 23/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Sab Nov 23, 2013 8:08 pm

6ª questão--Resposta Letra B
A tiroidite de Hashimoto está relacionada à predisposição genética a doenças autoimunes, como diabetes tipo 1, lúpus eritematoso, vitiligo, psoríase, artrite reumatoide, com forte influência de fatores ambientais, que aumentam o risco. Os fatores ambientais mais comuns são radiação, infecções frequentes e estresse, além da elevada ingestão de iodo. A mulher, devido ao estrógeno, o hormônio feminino, também tem maior risco.
Logo, a tiroidite de Hashimoto resulta da interação entre predisposição genética e fatores ambientais desencadeantes. O sistema imunológico não reconhece a tiroide como parte do corpo e passa a produzir anticorpos contra a glândula, inflamando-a ou destruindo-a progressivamente.
O processo é irreversível. O tratamento consiste em tomar diariamente, e para o restante da vida, comprimidos de levotiroxina (há várias marcas comercializadas no Brasil). É hormônio T4 sintético. Não cura o hipotiroidismo, apenas substitui o T4 (ou tiroxina, principal hormônio fabricado pela tiroide) que a glândula doente não produz em quantidade suficiente. A melhora dos sintomas é lenta, podendo levar meses se eles forem intensos.
http://www.abc.med.br/p/tireoide/504349/como+e+a+tireoidite+de+hashimoto.htm
http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/cienciasmedicas/article/viewFile/1223/1198
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nataliamenezes



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Data de inscrição : 06/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Seg Nov 25, 2013 2:05 am

1. letra C
Retinite por citomegalovírus é em si quase que exclusiva de estágios atrasados ​​e avançados da doença, há uma correlação entre o estado imunológico (CD4 e CD8) e sua aparência.
Citomegalovírus penetra por via oral, genital ou pela corrente sanguínea e atinge a retina por duas rotas diferentes:
* Via hematogênica após um período de viremia. É o primeiro caminho e explica a distribuição já paravascular de retinite.

* Via CMV neurogênica também pode alcançar a retina para subclinicamente infectar o sistema nervoso central e de lá os nervos ópticos e do disco óptico.
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Paulo Henrique



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Data de inscrição : 25/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Ter Nov 26, 2013 5:43 am

Questão 9: Gabarito: A

Quinolona:
Pode servir tanto como tratamento quanto como profilaxia, pois age em vários estágios do desenvolvimento do parasita, já que inibe um mecanismo de transferência de eletrons das mitocondrias. Uma grande vantagem desse composto é que ele tem efeito tanto contra o Plasmodium Vivax quanto contra o Plasmodium falciparum, pois os tipos de malária que causam é bem diferente, terçã benigna e terçã maligna, respectivamente.

Cloroquina:
Já foi muito usado como tratamento, até o Plasmodium falciparum ter adquirido resistência. Além do fato de que esse composto pode ser prejudicial à saúde em tratamentos prolongados, causando visão borrada e até cegueira, assim, um oftalmologista é recomendado em caso de tratamento com esse fármaco. Esse composto age dentro da hemácia, impedindo a cristalização e insolubilização da molécula heme, que é resíduo do metabolismo da hemoglobina feito pelo Plasmodium, assim, o parasita acaba morrendo "afogado em seus produtos metabólicos". Além da resistência do P. falciparum há outros compostos mais efetivos, como a mefloquina.

Oxamniquina:
Esse é um fármaco antiparasitário trematicida, assim, serve para o tratamento de esquistossomose, não de Malária, que é causada por um protozoário.

Praziquantel:
Foi feito um estudo onde 10 pessoas diagnosticadas com malária foram tratadas com esse fármaco. Houve resultado positivo em 8 delas. Esse composto pode ser uma ótima alternativa no tratamento dessa doença, porém ainda está no início dos estudos para saber exatamente como ocorre seus resultados e efeitos colaterais.

Assim, vemos que a melhor opção de resposta é a letra A, Quinolona, pois tem efeitos comprovados tanto no tratamento quanto na profilaxia da Malária além de abranger todos os protozoários causadores dessa doença.
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Luísa van-der Linden



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Data de inscrição : 26/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (II)   Sab Nov 30, 2013 4:32 am

Professora, embora tardiamente, venho responder às perguntas que me fez.
Infecções urinárias têm como causador, geralmente, bactérias gram-negativas.Para identificar o agente etiológico, é feita a urocultura. Nesse exame, a melhor urina a ser coletada é a primeira da manhã, pois passou mais tempo na bexiga, favorecendo a multiplicação das bactérias. A coleta deve ser estéril - região genital limpa (gaze para limpar e secar), pote para coleta estéril, evitar contato da urina com a pele ao redor, desprezar o primeiro jato. A urina será posta em meio de cultura (placas de ágar), em que haverá o desenvolvimento das bactérias (tempo necessário de 48h, mesmo já sendo observado algum crescimento com 24h). As placas onde houver crescimento serão repicadas sobre novas placas, em que será feito o antibiograma. É o antibiograma(ensaio capaz de medir a susceptibilidade ou resistência de uma bactéria aos antibióticos por meio do espectro de sensibilidade observado na placa de cultura)que determinará a decisão terapêutica.
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