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 QUAL O GABARITO? (IV)

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Hélia Cannizzaro



Mensagens : 1065
Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: QUAL O GABARITO? (IV)   Sab Nov 02, 2013 10:27 pm

QUAL O GABARITO? (IV)
1. Uma criança de quatro meses tem febre há três dias, quadro de insuficiência respiratória grave, com retração diafragmática e intercostal. Desidratada de grau II, cianose, perfusão capilar lenta. O tratamento será:
A. Oxigênio, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos, raio X de tórax
B. Antibióticos
C. Corticoides
D. Todos os itens acima

2. Dos seguintes testes, o mais indicado para diagnóstico de artrite reumatoide:
A. Anti estreptolisina O (AEO)
B. Velocidade de hemossedimentação (VHS)
C. Fator reumatoide (FR)
D. Pesquisa de célula LE

3. Uma criança de seis anos, raça negra, é trazida ao Serviço de Emergência com febre, poliartrite, anemia. aparente, icterícia conjuntival discreta. Deve ser pedido inicialmente o seguinte exame:
A. AEO
B. Hemocultura
C. Hemograma + prova de falcização de hemácias
D. Reação de Machado Guerreiro

4. Pericardite pode acompanhar todas as entidades abaixo, EXCETO:
A. Colagenoses
B. Diabetes mellitus
C. Infecções bacterianas agudas
D. Tuberculose

5. Uma criança de três anos ingeriu acidentalmente dois copos de vinho com alto teor alcoólico. Apresentará:
A. Apenas hiperglicemia
B. Apenas hipoglicemia
C. Hiperglicemia seguida de hipoglicemia
D. Não apresentará alterações na glicemia

6. O quadro que mais sugere toxoplasmose congênita é:
A. Linfoadenomegalia, hepatoesplenomegalia, febre, corio-retinite
B. Hidrocefalia, corio-retinite, calcificações intracranianas e retardo mental
C. Linfoadenomegalia e anemia aplástica
D. Todos estes

7. Uma lactente de três meses recebendo apenas leite materno necessita suplementação vitamínica obrigatória de:
A. Vitaminas A e D
B. Vitaminas A, D, C
C. Vitaminas B1 e B2
D. Vitaminas D e K

8. São causas de acidose metabólica:
A. Enfisema pulmonar
B. Diabetes mellius
C. Úlcera do piloro
D. Depleção crônica de potássio

9. Hematúria inicial é sugestiva de:
A. GNDA (glomerulonefrite difusa aguda)
B. Sangramento ureteral
C. Sangramento vesical
D. Sangramento uretral

10. Prematuro é toda criança que nasce:
A. Com peso menor que 2.500g
B. Com peso menor que 2.000g
C. Antes de completar 38 semanas de vida intrauterina
D. Antes de completar 37 semanas de vida intrauterina
E. Com sofrimento fetal





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Elielvis Siqueira



Mensagens : 3
Data de inscrição : 03/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Dom Nov 03, 2013 8:12 pm

GABARITO:6-B

COMENTÁRIO:

A toxoplasmose congênita(causada pelo parasita Toxoplasma gondii) apesar ser assintomática na maioria dos casos, pode provocar danos graves ao feto. O risco de transmissão aumenta ao longo da gravidez ,sendo 15% no primeiro trimestre,30% no segundo trimestre e 60% no terceiro trimestre.Entretanto a gravidade das lesões diminui com o avanço da gestação,ou seja,do começo para o final da gravidez, cresce o risco de transmissão do parasita da mãe para o feto, mas diminui a gravidade da doença para o recém-nascido.A gestante deve realizar um exame sorológico para identificar a presença de anticorpos IgM e IgG,sendo o resultado negativo,a gestante está suscetível ao parasita,devendo adotar hábitos de higiene,não entrando em contato com fezes de gatos e não consumindo carnes cruas,caso contrário,medidas devem ser tomadas para limitar a transmissão da infecção ao feto,sendo normalmente utilizado a espiramicina e pirimetamina.
Febre e linfadenopatia são os sinais mais encontrados na toxoplasmose linfoglandular.

FONTES:
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1270/toxoplasmose.htm
http://www.medicina.ufmg.br/observaped/index.php/toxoplasmose-congenita-por-que-e-como-prevenir.html
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/scientiamedica/article/viewFile/5917/5066
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MatheusAraújo



Mensagens : 2
Data de inscrição : 04/11/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Seg Nov 04, 2013 1:01 pm

8 - B

Devido a deficiência de insulina e a uma concomitante potencialização da ação do glucagon e de outros mecanismos contra reguladores, o consumo de glicose periférico cai. Como compensação a isso, a produção endógena (fígado) se intensifica, levando a um aumento na glicemia, pois a produção aumenta e a glicose já disponível não é consumida, juntamente com aumento da lipólise e da proteólise. A intensificação da lipólise, em especial, leva a um aumento da circulação de corpos cetônicos no sangue, e esses levam a uma diminuição do pH sanguíneo.

Fontes:

http://www.emv.fmb.unesp.br/aulas_on_line/Endocrinologia/diabetes_mellitus/complicacoes.asp

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/acidose.htm

http://diabetesendocrinologia.org.br/abril11/cap4.pdf
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keila_lo



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Data de inscrição : 30/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Seg Nov 04, 2013 3:55 pm

10 - D

São consideradas prematuras os bebês que nascem antes de completar 37 semanas de gestação.

http://www.pbh.gov.br/smsa/biblioteca/protocolos/prematuro.pdf
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lilian.parente



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Data de inscrição : 25/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Ter Nov 05, 2013 4:25 am

4- B

Colagenoses são doenças autoimunes relacionada à produção excessiva ou deficiente de colágeno. Entre as colagenoses estão artrite reumatoide, dermatomiose e lupus eritematoso sistêmico, que se apresentam com maior prevalência nas pericardites e miocardites.

A pericardite bacteriana manifesta-se geralmente com derrame pericárdico, e sua origem pode estar em situações como pneumonia, empiema, disseminação hematogênica, pós-cirurgia cardíaca ou torácica – possui ampla gama de agentes infecciosos como causa.

A pericardite tuberculosa tem diminuído com o controle efetivo da tuberculose pulmonar, mas mostra-se presente principalmente em pacientes HIV positivos.

Neste caso, apenas a diabetes mellitus não está diretamente relacionada aos casos de pericardites
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Hélia Cannizzaro



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Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Ter Nov 05, 2013 11:26 pm

Elielvis Siqueira
Correto.
Para você ter uma noção da gravidade de toxoplasmose com AIDS, por exemplo, a presença do antígeno do Toxoplasma gondii (GPI-mucina) aumenta a duplicação do HIV-1 em 25.000 (co-infecção grave com encefalopatia).
O exame para pesquisa que você citou é FTA-Abs (imunofluorescência indireta).
Hélia Cannizzaro

Elielvis Siqueira escreveu:
GABARITO:6-B

COMENTÁRIO:

A toxoplasmose congênita(causada pelo parasita Toxoplasma gondii) apesar ser assintomática na maioria dos casos, pode provocar danos graves ao feto. O risco de transmissão aumenta ao longo da gravidez ,sendo 15% no primeiro trimestre,30% no segundo trimestre e 60% no terceiro trimestre.Entretanto a gravidade das lesões diminui com o avanço da gestação,ou seja,do começo para o final da gravidez, cresce o risco de transmissão do parasita da mãe para o feto, mas diminui a gravidade da doença para o recém-nascido.A gestante deve realizar um exame sorológico para identificar a presença de anticorpos IgM e IgG,sendo o resultado negativo,a gestante está suscetível ao parasita,devendo adotar hábitos de higiene,não entrando em contato com fezes de gatos e não consumindo carnes cruas,caso contrário,medidas devem ser tomadas para limitar a transmissão da infecção ao feto,sendo normalmente utilizado a espiramicina e pirimetamina.
Febre e linfadenopatia são os sinais mais encontrados na toxoplasmose linfoglandular.

FONTES:
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1270/toxoplasmose.htm
http://www.medicina.ufmg.br/observaped/index.php/toxoplasmose-congenita-por-que-e-como-prevenir.html
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/scientiamedica/article/viewFile/5917/5066
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Hélia Cannizzaro



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Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Ter Nov 05, 2013 11:30 pm

Matheus Araújo
Muito bom.
O que vemos na prática clínica, no diabetes, que além das cardiopatias frequentes, problemas renais e oculares, além dos graves vasculares, a pior resposta ao tratamento é a cetoacidose diabética (corpos cetônicos).
Perfeito.
Hélia Cannizzaro

MatheusAraújo escreveu:
8 - B

Devido a deficiência de insulina e a uma concomitante potencialização da ação do glucagon e de outros mecanismos contra reguladores, o consumo de glicose periférico cai. Como compensação a isso, a produção endógena (fígado) se intensifica, levando a um aumento na glicemia, pois a produção aumenta e a glicose já disponível não é consumida, juntamente com aumento da lipólise e da proteólise. A intensificação da lipólise, em especial, leva a um aumento da circulação de corpos cetônicos no sangue, e esses levam a uma diminuição do pH sanguíneo.

Fontes:

http://www.emv.fmb.unesp.br/aulas_on_line/Endocrinologia/diabetes_mellitus/complicacoes.asp

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/acidose.htm

http://diabetesendocrinologia.org.br/abril11/cap4.pdf
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Ter Nov 05, 2013 11:32 pm

Keila
Exato.

keila_lo escreveu:
10 - D

São consideradas prematuras os bebês que nascem antes de completar 37 semanas de gestação.

http://www.pbh.gov.br/smsa/biblioteca/protocolos/prematuro.pdf
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Ter Nov 05, 2013 11:34 pm

Lilian Parente
Seja sempre bem-vinda.
Exato.
Qual o tipo de cardiopatia nos diabéticos?
Hélia Cannizzaro


lilian.parente escreveu:
4- B

Colagenoses são doenças autoimunes relacionada à produção excessiva ou deficiente de colágeno. Entre as colagenoses estão artrite reumatoide, dermatomiose e lupus eritematoso sistêmico, que se apresentam com maior prevalência nas pericardites e miocardites.

A pericardite bacteriana manifesta-se geralmente com derrame pericárdico, e sua origem pode estar em situações como pneumonia, empiema, disseminação hematogênica, pós-cirurgia cardíaca ou torácica – possui ampla gama de agentes infecciosos como causa.

A pericardite tuberculosa tem diminuído com o controle efetivo da tuberculose pulmonar, mas mostra-se presente principalmente em pacientes HIV positivos.

Neste caso, apenas a diabetes mellitus não está diretamente relacionada aos casos de pericardites
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lilian.parente



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Qui Nov 07, 2013 4:03 am

Obrigada professora Hélia, é sempre um prazer participar no fórum.
A cardiopatia mais comum nos diabéticos é a miocardiopatia diabética e não está relacionada às patologias vascular e valvular ou à hipertensão arterial sistêmica. Observações experimentais e clínicas têm demonstrado hipertrofia, necrose, apoptose e aumento do tecido intersticial miocárdico. Acredita-se que a miocardiopatia diabética seja decorrente de anormalidades metabólicas como hiperlipidemia, hiperinsulinemia e hiperglicemia, e de alterações do metabolismo cardíaco. Tais alterações podem causar aumento do estresse oxidativo, fibrose intersticial, perda celular e comprometimento do trânsito intracelular de íons e da homeostase do cálcio.

Hélia Cannizzaro escreveu:
Lilian Parente
Seja sempre bem-vinda.
Exato.
Qual o tipo de cardiopatia nos diabéticos?
Hélia Cannizzaro


lilian.parente escreveu:
4- B

Colagenoses são doenças autoimunes relacionada à produção excessiva ou deficiente de colágeno. Entre as colagenoses estão artrite reumatoide, dermatomiose e lupus eritematoso sistêmico, que se apresentam com maior prevalência nas pericardites e miocardites.

A pericardite bacteriana manifesta-se geralmente com derrame pericárdico, e sua origem pode estar em situações como pneumonia, empiema, disseminação hematogênica, pós-cirurgia cardíaca ou torácica – possui ampla gama de agentes infecciosos como causa.

A pericardite tuberculosa tem diminuído com o controle efetivo da tuberculose pulmonar, mas mostra-se presente principalmente em pacientes HIV positivos.

Neste caso, apenas a diabetes mellitus não está diretamente relacionada aos casos de pericardites
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Maria Carolina Oliveira



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 08, 2013 11:27 pm

Resposta: 2-C
“O fator reumatóide (FR) é a anormalidade imunológica mais marcante da AR. Aparece em 80% dos pacientes e, portanto, utilizado como critério diagnóstico de primeira linha. Entretanto, além de não estar presente em 20% dos pacientes com AR, pode demorar até 1 ano para tornar-se positivo. Outro fato relevante a respeito do FR é a sua presença em outras doenças reumáticas e não reumáticas tais como hepatite crônica ativa, hepatite viral, lepra, tuberculose, doenças malignas e várias outras. Nestes casos, em geral, o título (concentração) costuma ser mais baixo.”
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?468

Vale ressaltar ainda a importância do teste VSG (velocidade da hemossedimentação), que costuma estar elevado proporcionalmente a gravidade da doença, sendo, porém, não específico- pode estar elevados em qualquer doença que cause infecção ou inflamação. É interessante destacar ainda que nenhum teste é definitivo para identificar a AR.

Uma curiosidade é que “mais recentemente, surgiu um novo exame de laboratório para ajudar no diagnóstico da artrite reumatoide. Esse exame de sangue chama-se anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) e tem como vantagem o fato de ser mais específico que o fator reumatoide para o diagnóstico de artrite reumatoide.”
http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/Nucleo-Avancado-Reumatologia/Paginas/artrite-reumatoide.aspx

Outra  fonte:
http://www.muitobemvindo.com.br/artrite-reumatoide/diagnostico-exames/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Dom Nov 10, 2013 5:31 pm

Lilian Parente
Sem jamais esquecer, que no metabolismo dos carboidratos - a glicose alifática em meio hídrico se torna ciclizada com suas várias OH e CH2OH expostas ao meio. As hidroxilas são altamente reativas (como você bem afirmou: estresse oxidativo) e, assim, lesivas às túnicas íntima e média do sistema cardiovascular. Além, a glicose é um excelente meio de cultura para o desenvolvimento de microrganismos. Glicose bem vinda é aquela que entra na célula, é fosforilada e impedida de retornar pela camada interna do mosaico fluido, e tem como destino a mitocôndria na geração de energia. Vê-se, então, claramente, os problemas por glicose livre nos diabéticos: em geral problemas cardiovasculares e tendência à gangrenas.
Um abraço,
Hélia Cannizzaro


lilian.parente escreveu:
Obrigada professora Hélia, é sempre um prazer participar no fórum.
A cardiopatia mais comum nos diabéticos é a miocardiopatia diabética e não está relacionada às patologias vascular e valvular ou à hipertensão arterial sistêmica. Observações experimentais e clínicas têm demonstrado hipertrofia, necrose, apoptose e aumento do tecido intersticial miocárdico. Acredita-se que a miocardiopatia diabética seja decorrente de anormalidades metabólicas como hiperlipidemia, hiperinsulinemia e hiperglicemia, e de alterações do metabolismo cardíaco. Tais alterações podem causar aumento do estresse oxidativo, fibrose intersticial, perda celular e comprometimento do trânsito intracelular de íons e da homeostase do cálcio.

Hélia Cannizzaro escreveu:
Lilian Parente
Seja sempre bem-vinda.
Exato.
Qual o tipo de cardiopatia nos diabéticos?
Hélia Cannizzaro


lilian.parente escreveu:
4- B

Colagenoses são doenças autoimunes relacionada à produção excessiva ou deficiente de colágeno. Entre as colagenoses estão artrite reumatoide, dermatomiose e lupus eritematoso sistêmico, que se apresentam com maior prevalência nas pericardites e miocardites.

A pericardite bacteriana manifesta-se geralmente com derrame pericárdico, e sua origem pode estar em situações como pneumonia, empiema, disseminação hematogênica, pós-cirurgia cardíaca ou torácica – possui ampla gama de agentes infecciosos como causa.

A pericardite tuberculosa tem diminuído com o controle efetivo da tuberculose pulmonar, mas mostra-se presente principalmente em pacientes HIV positivos.

Neste caso, apenas a diabetes mellitus não está diretamente relacionada aos casos de pericardites
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Dom Nov 10, 2013 6:15 pm

Maria Carolina Oliveira
Excelente. Tudo verdade o que você aqui escreve.
Bom parâmetro para DD de duas doenças que cursam com quadro clínico com algumas semelhanças e tratamentos diferentes:
Artrite Reumatóide - FR e anti-CCP (terapêutica: anti-inflamatórios não-hormonais ou hormonais);
Febre Reumática - AEO (terapêutica: penicilina benzatina).
De forma aqui, apresentada, bem resumida.
Hélia Cannizzaro

Maria Carolina Oliveira escreveu:
Resposta: 2-C
“O fator reumatóide (FR) é a anormalidade imunológica mais marcante da AR. Aparece em 80% dos pacientes e, portanto, utilizado como critério diagnóstico de primeira linha. Entretanto, além de não estar presente em 20% dos pacientes com AR, pode demorar até 1 ano para tornar-se positivo. Outro fato relevante a respeito do FR é a sua presença em outras doenças reumáticas e não reumáticas tais como hepatite crônica ativa, hepatite viral, lepra, tuberculose, doenças malignas e várias outras. Nestes casos, em geral, o título (concentração) costuma ser mais baixo.”
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?468

Vale ressaltar ainda a importância do teste VSG (velocidade da hemossedimentação), que costuma estar elevado proporcionalmente a gravidade da doença, sendo, porém, não específico- pode estar elevados em qualquer doença que cause infecção ou inflamação. É interessante destacar ainda que nenhum teste é definitivo para identificar a AR.

Uma curiosidade é que “mais recentemente, surgiu um novo exame de laboratório para ajudar no diagnóstico da artrite reumatoide. Esse exame de sangue chama-se anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) e tem como vantagem o fato de ser mais específico que o fator reumatoide para o diagnóstico de artrite reumatoide.”
http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/Nucleo-Avancado-Reumatologia/Paginas/artrite-reumatoide.aspx

Outra  fonte:
http://www.muitobemvindo.com.br/artrite-reumatoide/diagnostico-exames/
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Jamile Menezes



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 12:46 am

9) D

Hematúria é a presença anormal de eritrócitos na urina. Não é uma doença, mas um sintoma. A hematúria pode ser macroscópica (ou franca), sendo visível a olho nu, ou microscópica, sendo apenas detectada com uma análise de urina. Em condições normais, cerca de um milhão de eritrócitos são eliminados pela urina diariamente. Isso quer dizer que, num sedimento urinário centrifugado examinado ao microscópio, aproximadamente de 1 a 3 eritrócitos são eliminados por campo de alta potência. A urina, para ser formada, passa por diversas estruturas - filtração nos rins e transporte pelos ureteres até a bexiga. Portanto, a hematúria pode ter origem em qualquer uma dessas estruturas, e é importante que saibamos como reconhecer qual o seu local de origem. A hematúria inicial indica origem prostática ou uretral. Isso justifica-se porque o sangue acumulado na uretra é levado no primeiro jato de urina.

OBS.: Algumas substâncias podem causar uma falsa hematúria. Exemplo: alimentos como beterraba, ruibarbo, amora; pigmentos como a hemoglobina, a mioglobina e a porfirina; ou medicamentos como a rifampicina e a fenolftaleína.

FONTES:

http://www.apurologia.pt/publico/frameset.htm?http://www.apurologia.pt/publico/hematuria.htm (site muito bom!)
http://saude.sapo.pt/glossario/hematuria
http://semiologiamedica.blogspot.com.br/2010/07/hematuria-aspectos-semiologicos.html
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/11844
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Arthur Cesário



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 2:08 am

5 - B

A criança, por ter ingerido alto teor alcoólico, apresentará hipoglicemia, causada devido à inibição da gliconeogênese. Essa inibição é resultado de um aumento na concentração de NADH, que é resultante pelo metabolismo do álcool e desloca o equilíbrio das reações da lactato-desidrogenase e malato-desidrogenase para o sentido contrário ao da formação de glicose.

Fontes:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1639103/pdf/brmedj00508-0054a.pdf
http://www.scribd.com/doc/40924773/Inibicao-da-gliconeogenese-pelo-etanol
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Renato Pomilio

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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 5:39 am

1. --> D

Em geral, até os três anos de idade é comum observar cianose em crianças, sobretudo do tipo periférica. A cianose é um quadro clínico característico pela coloração azul em regiões onde a pele é mais fina ou em mucosas, nas extremidades do corpo ou na língua, variando de acordo com o tipo da sua manifestação. O tipo em questão é a cianose periférica, em que há uma coloração azulada generalizada pelas extremidades corpóreas, como a ponta dos dedos. Isso porque no relato clínico acompanha uma das causas desse gênero da cianose, a baixa perfusão capilar periférica.
Outro fator associado à cianose periférica é a taquidispneia, ou seja, o aumento da frequência respiratória a fim de compensar a insuficiência na demanda de oxigênio, já que o O2 está sendo repassado em excesso para os tecidos por conta da lenta perfusão capilar. Em outras palavras, ao passar pelos capilares, o a oxi-hemoglobina é reduzida e seu oxigênio e repassado para os tecidos, como acontece normalmente. O porém é que essa "entrega" de O2 está exacerbada por conta da lentidão no fluxo sanguíneo e para tentar reverter os prejuízos que isso pode causar ao metabolismo, há uma taquipneia em resposta à dispneia, isto é, à "falta de ar". Aqui entram os corticoides, que são anti-inflamatórios e broncodilatadores, facilitando a respiração. Em medida emergencial, pode se fazer uso da administração de oxigênio para suprir rapidamente a demanda metabólica.
A presença de febre se explica porque o paciente não apresenta um quadro isolado de cianose, mas um conjunto de sintomas que podem ter causas diferentes, mas que prejudicam os mesmo sistemas. Uma infecção justificaria a febre e, nesse caso, faz-se o uso de antibióticos.
Uma radiografia do tórax talvez ainda seja necessária, somente por precaução afim de eliminar a hipótese de outras doenças respiratórias.

Não estou muito certo quanto a esse diagnóstico do tipo de cianose. Isso porque se falarmos em uma crise cianótica — que, além de tudo, justifica também a desidratação — é mais sensato falar em administração de oxigênio, já que é bem provável a presença de uma deformidade no coração, como a Tetralogia de Fallot, por exemplo. Mas por outro lado, não faz sentido falar em cianose central quando há uma lenta perfusão capilar. Além disso, quanto ao raio-x, acho mais sensato pedir um ecocardiograma para averiguar se há mal formações ou não no coração do paciente que um raio-x para descartar  a presença de outras doenças respiratórias. Me salva, aqui, professora, por favor. Rolling Eyes 

Fontes:
http://cardioinfantil.com.br/duvidas/cianose/
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?73
http://www.clinicatiocecim.com.br/artigos/1401/febre_mitos_e_verdades
http://www.asmabronquica.com.br/medical/tratamento_asma_mecanismos_de_acao.html
http://www.rbconline.org.br/artigo/crise-cianotica-como-diagnosticar-e-tratar/
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gustavoecf

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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 2:41 pm

Resposta da questão 7:
Letra D, vitaminas D e K.
Professora, não consegui de fato dados muito conclusivos sobre essa suplementação, mas vi que o leite materno normalmente é muito rico em vitamina A, excluindo letras a e b, e também em b1 e b2.
Além de achar um artigo falando sobre suplementação de vitamina D para lactentes.
Então, acho que é isso.
Abstract do artigo.
http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-71032011000300009&script=sci_arttext
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 6:23 pm

Ótimo, Jamile Menezes

Jamile Menezes escreveu:
9) D

Hematúria é a presença anormal de eritrócitos na urina. Não é uma doença, mas um sintoma. A hematúria pode ser macroscópica (ou franca), sendo visível a olho nu, ou microscópica, sendo apenas detectada com uma análise de urina. Em condições normais, cerca de um milhão de eritrócitos são eliminados pela urina diariamente. Isso quer dizer que, num sedimento urinário centrifugado examinado ao microscópio, aproximadamente de 1 a 3 eritrócitos são eliminados por campo de alta potência. A urina, para ser formada, passa por diversas estruturas - filtração nos rins e transporte pelos ureteres até a bexiga. Portanto, a hematúria pode ter origem em qualquer uma dessas estruturas, e é importante que saibamos como reconhecer qual o seu local de origem. A hematúria inicial indica origem prostática ou uretral. Isso justifica-se porque o sangue acumulado na uretra é levado no primeiro jato de urina.

OBS.: Algumas substâncias podem causar uma falsa hematúria. Exemplo: alimentos como beterraba, ruibarbo, amora; pigmentos como a hemoglobina, a mioglobina e a porfirina; ou medicamentos como a rifampicina e a fenolftaleína.

FONTES:

http://www.apurologia.pt/publico/frameset.htm?http://www.apurologia.pt/publico/hematuria.htm (site muito bom!)
http://saude.sapo.pt/glossario/hematuria
http://semiologiamedica.blogspot.com.br/2010/07/hematuria-aspectos-semiologicos.html
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/11844
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 6:27 pm

Arthur Cesário
Correto.
Hélia Cannizzaro

Arthur Cesário escreveu:
5 - B

A criança, por ter ingerido alto teor alcoólico, apresentará hipoglicemia, causada devido à inibição da gliconeogênese. Essa inibição é resultado de um aumento na concentração de NADH, que é resultante pelo metabolismo do álcool e desloca o equilíbrio das reações da lactato-desidrogenase e malato-desidrogenase para o sentido contrário ao da formação de glicose.

Fontes:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1639103/pdf/brmedj00508-0054a.pdf
http://www.scribd.com/doc/40924773/Inibicao-da-gliconeogenese-pelo-etanol
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 6:33 pm

Renato Pomilio
Muito bom este seu texto.
Tive a legítima sensação, verdadeiramente, de estar escutando um colega meu Pediatra.
Achei excelente. Vocês leu os links, mas o que me surpreendeu foi a sua condução clínica: lógica e precisa.
Um abraço,
Hélia Cannizzaro

Renato Pomilio escreveu:
1. --> D

Em geral, até os três anos de idade é comum observar cianose em crianças, sobretudo do tipo periférica. A cianose é um quadro clínico característico pela coloração azul em regiões onde a pele é mais fina ou em mucosas, nas extremidades do corpo ou na língua, variando de acordo com o tipo da sua manifestação. O tipo em questão é a cianose periférica, em que há uma coloração azulada generalizada pelas extremidades corpóreas, como a ponta dos dedos. Isso porque no relato clínico acompanha uma das causas desse gênero da cianose, a baixa perfusão capilar periférica.
Outro fator associado à cianose periférica é a taquidispneia, ou seja, o aumento da frequência respiratória a fim de compensar a insuficiência na demanda de oxigênio, já que o O2 está sendo repassado em excesso para os tecidos por conta da lenta perfusão capilar. Em outras palavras, ao passar pelos capilares, o a oxi-hemoglobina é reduzida e seu oxigênio e repassado para os tecidos, como acontece normalmente. O porém é que essa "entrega" de O2 está exacerbada por conta da lentidão no fluxo sanguíneo e para tentar reverter os prejuízos que isso pode causar ao metabolismo, há uma taquipneia em resposta à dispneia, isto é, à "falta de ar". Aqui entram os corticoides, que são anti-inflamatórios e broncodilatadores, facilitando a respiração. Em medida emergencial, pode se fazer uso da administração de oxigênio para suprir rapidamente a demanda metabólica.
A presença de febre se explica porque o paciente não apresenta um quadro isolado de cianose, mas um conjunto de sintomas que podem ter causas diferentes, mas que prejudicam os mesmo sistemas. Uma infecção justificaria a febre e, nesse caso, faz-se o uso de antibióticos.
Uma radiografia do tórax talvez ainda seja necessária, somente por precaução afim de eliminar a hipótese de outras doenças respiratórias.

Não estou muito certo quanto a esse diagnóstico do tipo de cianose. Isso porque se falarmos em uma crise cianótica — que, além de tudo, justifica também a desidratação — é mais sensato falar em administração de oxigênio, já que é bem provável a presença de uma deformidade no coração, como a Tetralogia de Fallot, por exemplo. Mas por outro lado, não faz sentido falar em cianose central quando há uma lenta perfusão capilar. Além disso, quanto ao raio-x, acho mais sensato pedir um ecocardiograma para averiguar se há mal formações ou não no coração do paciente que um raio-x para descartar  a presença de outras doenças respiratórias. Me salva, aqui, professora, por favor. Rolling Eyes 

Fontes:
http://cardioinfantil.com.br/duvidas/cianose/
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?73
http://www.clinicatiocecim.com.br/artigos/1401/febre_mitos_e_verdades
http://www.asmabronquica.com.br/medical/tratamento_asma_mecanismos_de_acao.html
http://www.rbconline.org.br/artigo/crise-cianotica-como-diagnosticar-e-tratar/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sex Nov 15, 2013 6:37 pm

Gustavo Ferreira
Você sabe o quanto respeito os bons líderes e como começo a gostar de você.
Mas, sua resposta não concorda com o que os Pediatras fazem na prática com seus "bebês" lactantes.
Espero seu retorno,
Hélia Cannizzaro

gustavoecf escreveu:
Resposta da questão 7:
Letra D, vitaminas D e K.
Professora, não consegui de fato dados muito conclusivos sobre essa suplementação, mas vi que o leite materno normalmente é muito rico em vitamina A, excluindo letras a e b, e também em b1 e b2.
Além de achar um artigo falando sobre suplementação de vitamina D para lactentes.
Então, acho que é isso.
Abstract do artigo.
http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-71032011000300009&script=sci_arttext
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juniorsantana

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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sab Nov 16, 2013 3:16 am

3-C

Os sinais apresentados pela criança são indicativos de anemia falciforme, que é uma alteração genética na qual a hemoglobina mutante (Hb SS) é responsável pela forma de foice apresentada pelos eritrócitos.
O teste de falcização indica a presença ou ausência de de Hb S nos eritrócitos.Baseia-se na desoxigenação da hemoglobina por drogas redutoras num microambiente formado entre lâmina e lamínula.Proporções entre volume de sangue e droga, falha na vedação do microambiente e tempo de reação interferem na sensibilidade do teste. É menos indicado por não diferenciar o tipo de doença falciforme e pelas muitas vezes que os eritrócitos não falcizam.
O hemograma avalia quantitativa e qualitativamente os componentes celulares sanguíneos.Permite o monitoramento hematológico e a diferenciação entre anemia falciforme(Hb SS) e a interação Hb S/talassemia.

Fonte:

http://www.hemoglobinopatias.com.br/d-falciforme/diagnostico.htm
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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sab Nov 16, 2013 3:36 am

Junior Santana
Correto.
Hélia Cannizzaro


juniorsantana escreveu:
3-C

       Os sinais apresentados pela criança são indicativos de anemia falciforme, que é uma alteração genética na qual a hemoglobina mutante (Hb SS) é responsável pela forma de foice apresentada pelos eritrócitos.
       O teste de falcização indica a presença ou ausência de de Hb S nos eritrócitos.Baseia-se na desoxigenação da hemoglobina por drogas redutoras num microambiente formado entre lâmina e lamínula.Proporções entre volume de sangue e droga, falha na vedação do microambiente e tempo de reação interferem na sensibilidade do teste. É menos indicado por não diferenciar o tipo de doença falciforme e pelas muitas vezes que os eritrócitos não falcizam.
       O hemograma avalia quantitativa e qualitativamente os componentes celulares sanguíneos.Permite o monitoramento hematológico e a diferenciação entre anemia falciforme(Hb SS) e a interação Hb S/talassemia.

Fonte:

http://www.hemoglobinopatias.com.br/d-falciforme/diagnostico.htm
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keila_lo



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sab Nov 16, 2013 4:17 pm

1) Letra D.

A febre persistente (3 dias) e o quadro respiratório levam a pensar numa infecção do trato respiratório. A  correção dos distúrbios hidroeletrolíticos deve ser feita com urgência, uma vez que o desequilíbrio provocado pelo quadro de desidratação, ja avançado, pode levar a criança a morte. O uso de oxigênio ajudaria a suprir a demanda dos tecidos, coisa que esta sendo feita de maneira precária pelos pulmões por causa da infecção (fato evidenciado pela cianose, retração diafragmática e intercostal). Um raio-x de tórax ajudaria no diagnostico de uma pneumonia ou algo similar, permitindo assim o inicio de antibioticoterapia. Os corticoides são drogas capazes de controlar inflamações das vias aéreas (comum nas infecções), sendo muito usados também em casos de asma, e poderiam ser associado ao antibiótico nesse caso para promover uma melhora na capacidade respiratória (tem mais informações sobre esse emprego no site http://www.asmabronquica.com.br/medical/tratamento_asma_doses_efeitos_colaterais.html )
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (IV)   Sab Nov 16, 2013 6:45 pm

Grande Keila
Espero estar certa - ser a nossa Anestesista! Estou?
A resposta está correta. Oxigênio, entubação, fluotane, antibióticos, corticoides... - são todas suas sábias ferramentas e práticas. Seda a dor, seda para o ato cirúrgico, controla com maestria os sinais vitais do paciente, controla com precisão o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico, conhecedora máxima da Farmacopeia... e depois, por um fio delicado, acorda o paciente para a Vida.
Parabéns aos Anestesistas !
É você mesmo Keila?
Hélia Cannizzaro


keila_lo escreveu:
1) Letra D.

A febre persistente (3 dias) e o quadro respiratório levam a pensar numa infecção do trato respiratório. A  correção dos distúrbios hidroeletrolíticos deve ser feita com urgência, uma vez que o desequilíbrio provocado pelo quadro de desidratação, ja avançado, pode levar a criança a morte. O uso de oxigênio ajudaria a suprir a demanda dos tecidos, coisa que esta sendo feita de maneira precária pelos pulmões por causa da infecção (fato evidenciado pela cianose, retração diafragmática e intercostal). Um raio-x de tórax ajudaria no diagnostico de uma pneumonia ou algo similar, permitindo assim o inicio de antibioticoterapia. Os corticoides são drogas capazes de controlar inflamações das vias aéreas (comum nas infecções), sendo muito usados também em casos de asma, e poderiam ser associado ao antibiótico nesse caso para promover uma melhora na capacidade respiratória (tem mais informações sobre esse emprego no site http://www.asmabronquica.com.br/medical/tratamento_asma_doses_efeitos_colaterais.html )
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