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 Qual o GABARITO? (VI)

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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:19 pm

Fernanda Carvalho
Exatamente.
Quando é CA papilífero da Tireoide, não adenoma, é extremamente maligno.
Hélia Cannizzaro


Fernanda Carvalho escreveu:
Questão 4- B

O tumor maligno mais comum da parótida é o carcinoma mucoepidermoide. Os tumores da parótida são, em sua maioria, benignos, tendo como um dos mais comuns, o adenoma pleomórfico (tumor misto benigno), seguido do tumor de Warthin ( cistoadenoma papilífero linfomatoso ).

Obs.: Professora Hélia, não encontrei informações acerca do "tumor misto maligno".

http://tireoide.com/wp-content/uploads/2013/04/Gl%C3%A2ndulas-Salivares1.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1808-86942009000400005&script=sci_arttext&tlng=pt
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/2296/tumores_de_glandulas_salivares.htm
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:20 pm

Felipe Peixotos
Respondi esta questão anteriormente.
Hélia Cannizzaro

felipepeixotos escreveu:
Questão 6, resposta D.

A síndrome de Fitz-Hugh-Curtis, também chamada de peri-hepatite gonocócica, consiste em uma complicação pouco frequente da doença inflamatória pélvica, tipicamente decorrente da infecção pela Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.

Referências
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0037-86822000000500007&script=sci_arttext
http://www.infoescola.com/doencas-bacterianas/sindrome-de-fitz-hugh-curtis/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:25 pm

Ana Raquel Ferraz
Exato.
Na minha geração, formada nos anos 80 do século passado, o Staphylococcus aureus era um problema para nós Médicos.
Quando produtores de beta-lactamase - o problema aumentava.
Felizmente, a PESQUISA. Parabéns a nós pesquisadores, também, e as novas descobertas de "utilidade real".
Hélia Cannizzaro

Ana Raquel Ferraz escreveu:
Questão 2 - E

A bactéria em questão compõe a biota natural do corpo humano (pele, narinas etc.), porém em algumas situações pode se tornar agressiva gerando pericardite ou até septicemia. O aumento da frequência de infecções hospitalares causadas por Staphylococcus aureus resistentes à oxacilina foi paralelamente acompanhado da aquisição da resistência à maioria dos antimicrobianos com atividade antiestafilocócica atualmente disponíveis, como aminoglicosídeos, cloranfenicol, lincosamídeos, macrolídeos, quinolonas e tetraciclina. Por conseguinte, os glicopeptídeos, principalmente a vancomicina, tornaram-se uma das poucas alternativas terapêuticas eficazes no tratamento de infecções causadas por essas cepas.


http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v37n4/a04v37n4.pdf
https://sbac.org.br/pt/pdfs/rbac/rbac_39_02/rbac_39_2_13.pdf
http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v43n6/v43n6a05.pdf

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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:30 pm

Mariana Pessoa
Exato. E a incidência é muito elevada. Fundamental, na Anamnese do respiratório, perguntar OBRIGATORIAMENTE ao paciente, em seus Antecedentes Sociais, qual sua atividade profissional (laborativa)?
Hélia Cannizzaro

Mariana Pessoa escreveu:
Questão: 16
Gabarito: C

A Pneumoconiose é uma doença atrelada a inalação de poeira do ar, esta patologia esta relacionada a profissionais que trabalham com mineração, metalurgia, na construção civil, na fabricação de cerâmicas, de vidros e estão sujeitos a condições de trabalho insalubres, na qual se expõem a substâncias que o organismo tem dificuldade de combater com seus sistemas de defesa imunitária e leucocitária, como a sílica. Essas partículas atingem as vias respiratórias inferiores, se acumulando nos bronquíolos e alvéolos, levando a um processo inflamatório, que quando prolongado pode culminar em alterações pulmonares. O diagnóstico é feito a partir da história clínica, dos sintomas apresentados e da análise de um raio-x. O principal sintoma é o aparecimento de uma tosse seca persistente, durante ou logo após o trabalho. No tratamento faz-se uso de corticosteroides e recomenda-se o afastamento da função. A utilização de uma máscara respiratória apropriada pode prevenir ou estacionar a doença, protegendo o paciente.

Referências:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_pneumoconioses.pdf
http://www.tuasaude.com/pneumoconiose/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:35 pm

Safira Zaicaner
Muito bom seu texto.
Um complemento do texto que já havia comentado.
Hélia Cannizzaro

Safira Zaicaner escreveu:
Questão 4, resposta B.

O carcinoma mucoepidermóide é o tumor maligno mais comum da glândula parótida. Tem incidência igual entre os sexos, e geralmente ocorre a partir dos 50 anos de idade. Apresenta-se clinicamente de forma  heterogênea, refletindo seus graus de malignidade que estão relacionados com o tamanho, a mobilidade (possibilidade de metástase) e o comprometimento do nervo facial. A punção aspirativa com agulha fina para avaliação cito-patológica é o exame mais indicado para diagnosticar a doença e além dele, pode-se utilizar também da radiografia de mandíbula, tomografia computadorizada e ressonância magnética. O principal sintoma de pacientes com tumor na parótida é o aumento de volume da região. Alguns pacientes também apresentam dor, paralisia facial e/ou trismo (restrição na mobilidade mandibular). O tratamento depende do grau do tumor, mas em praticamente todos os casos a parotidectomia é feita, podendo ser parcial ou total, e a preservação do nervo facial deve ser feita sempre que possível. Normalmente, a radioterapia complementar também é indicada.


Fontes:
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/2296/tumores_de_glandulas_salivares.htm
http://www.inca.gov.br/rbc/n_48/v01/pdf/condutas.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1808-86942009000400005&script=sci_arttext&tlng=pt
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Amanda Torres Campos



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 5:46 pm

Questão 10- letra D

A hemorragia digestiva é caracterizada por um sangramento em algum local do sistema digestivo. Ela pode ser classificada como: hemorragia digestiva alta quando os locais do sangramento são o esôfago, o estômago e o duodeno, ou seja, trato digestivo alto; ou hemorragia digestiva baixa, quando o sangramento ocorre no intestino delgado, grosso ou reto- trato digestivo baixo. As úlceras pépticas são caracterizadas pela destruição da mucosa da parede do estômago e/ou duodeno e atingem os vasos sanguíneos subjacentes. Elas são a maior causa de sangramento gastrintestinal e este ocorre quando a úlcera atinge e rompe alguma artéria ou veia da parede do órgão. Além de melena (fezes pretas), tais sangramentos também podem causar hemetêse (vômito com sangue). Tais sangramentos, quando pequenos, são detectados pela presença de anemia auxiliada pelo quadro e histórico do paciente; já as causas dos sangramentos, na maioria das vezes, são descobertas pela endoscopia(realizada no trato digestivo alto ou baixo, de acordo com a suspeita do médico), com a utilização também de exames como a angiografia(radiografia com artérias contrastadas) e cintilografia (registra o trajeto de glóbulos vermelhos contrastados no sangue).

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?374
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0872-81782009000300002&script=sci_arttext
http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/106.pdf
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 6:07 pm

Amanda Torres Campos
Lembre, sempre, e sei que você sabe, que nos sangramentos por úlcera péptica a erosão da mucosa (envolvendo epitélio cilíndrico simples + TCF + muscular da mucosa) - leva a um sangramento mais brando - do que quando a erosão já alcança a submucosa (TCD). Todos os 2 tecidos conjuntivos têm vasos, claro. Mas, na histologia, a submucosa é muito mais ampla que o TCF da mucosa. Daí a perspicácia do profissional. Sinais e sintomas, sangue oculto nas fezes, endoscopia, pesquisa de H. pylori, etc. Após a submucosa, vem a túnica muscular (indo para o externo da cavidade oca). Após a muscular, tem a última túnica que é a Serosa formada por TCF (tão ampla quanto a submucosa). Afastando a causa de acidentes automobilísticos, arma de fogo, arma branca, etc., é uma violência imaginar que um paciente se esconda ou um Médico não diagnostique - uma úlcera que evoluiu da mucosa, perfurou a submucosa, a muscular, a serosa e, finalmente queda do conteúdo gástrico na cavidade abdominal (peritonite = abdome agudo). Cirurgia de emergência com risco elevado de morte.
Sangramento alto (ex. esôfago e estômago) - vômito vivo (hematêmese) e fezes negras (melena = sangue oxidado).
Hélia Cannizzaro


Amanda Torres Campos escreveu:
Questão 10- letra D

A hemorragia digestiva é caracterizada por um sangramento em algum local do sistema digestivo. Ela pode ser classificada como: hemorragia digestiva alta quando os locais do sangramento são o esôfago, o estômago e o duodeno, ou seja, trato digestivo alto; ou hemorragia digestiva baixa, quando o sangramento ocorre no intestino delgado, grosso ou reto- trato digestivo baixo. As úlceras pépticas são caracterizadas pela destruição da mucosa da parede do estômago e/ou duodeno e atingem os vasos sanguíneos subjacentes. Elas são a maior causa de sangramento gastrintestinal e este ocorre quando a úlcera atinge e rompe alguma artéria ou veia da parede do órgão. Além de melena (fezes pretas), tais sangramentos também podem causar hemetêse (vômito com sangue). Tais sangramentos, quando pequenos, são detectados pela presença de anemia auxiliada pelo quadro e histórico do paciente; já as causas dos sangramentos, na maioria das vezes, são descobertas pela endoscopia(realizada no trato digestivo alto ou baixo, de acordo com a suspeita do médico), com a utilização também de exames como a angiografia(radiografia com artérias contrastadas) e cintilografia (registra o trajeto de glóbulos vermelhos contrastados no sangue).

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?374
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0872-81782009000300002&script=sci_arttext
http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/106.pdf
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Antonio Carneiro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 6:27 pm

15 - A

A artrite séptica decorre de uma reação inflamatória resultante de uma invasão direta da articulação por microorganismos patogênicos. A artrite séptica não-gonocócica atinge mais o sexo masculino e acomete mais o joelho e quadril com padrão monoarticular e o S. Aureus é o principal agente etiológico. Já a artrite séptica gonocócica acomete mais o sexo feminino e pessoas sexualmente ativas, atinge mais punhos e articulações metacarpofalangeanas com padrão poliarticular. O tratamento é semelhante para ambos os casos, com melhor prognóstico nos casos de artrite séptica gonocócica. A freqüência do agente etiólogico da artrite séptica também varia de acordo com a idade do paciente:

neonatos – Staphylococcus aureus, estreptococos, bacilos Gram-negativos;
< 2 anos – Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus;
2-15 anos – Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes
adultos – Staphylococcus aureus, Neisseria gonorrhoeae


Vale ressaltar que boa parte dos casos de artrite séptica permanecem sem identificação do organismo causal, isso se deve principalmente ao uso prévio de antibiótico ou às técnicas inadequadas de cultura.

Assim, no caso em questão, o agente etiológico mais provável é o Staphylococcus aureus.
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Abel de Oliveira



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 6:38 pm

Questão 7 - Alternativa C

Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente sugerem um caso de colecistite aguda (=inflamação da vesícula biliar). Para confirmação de diagnóstico,deve-se solicitar um colecistograma oral. O colecistograma oral é um exame radiológico que permite estudar a anatomia e a função da vesícula biliar, analisando seu conteúdo, capacidade de concentração e sua contração . Esse exame é utilizado principalmente quando há suspeita de cálculos biliares, que obstruem o ducto biliar e que são os principais responsáveis, em cerca de 90% dos casos,pela inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda), levando ao surgimento dos sinais e sintomas já apresentados.
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Jamile Menezes



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 6:40 pm

15) A

Os sintomas citados - febre e leucocitose (aumento do número de leucócitos no sangue) -, sugerem que haja uma infecção. A possível artrite séptica (suposta devido ao aumento do volume do joelho esquerdo) corrobora para o diagnóstico da infecção. A artrite séptica, também denominada artrite infecciosa, pode ser de origem bacteriana ou fúngica. O tipo de microorganismo causador varia de acordo com a idade do paciente, suas características imunológicas e com o sítio primário da infecção ou porta de entrada no organismo. Os principais agentes etiológicos são: Staphylococcus aureus, Haemphilus influenzae (mais comum em crianças), Streptococcus, Neisseria gonorrhoeae, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae, etc. Em nosso caso, o paciente tem 16 anos. Então, o agente etiológico mais provável seria o Staphylococcus aureus.

Fontes:

http://www.brasilescola.com/biologia/staphylococcus-aureus.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leucocitose
http://www.precepta.com.br/revisao/artrite-septica-2/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pseudomonas_aeruginosa
http://www.ortopediainfantil.com.br/patologias/quadril/art_septica.php
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1227/artrites_infecciosas_agudas.htm4
http://www.tuasaude.com/sintomas-da-artrite-septica/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 7:13 pm

Antonio Carneiro
Exato. Vimos que a mesma artrite séptica num usuário de droga intravenosa era Pseudomonas.
Como retirar da articulação material para fazer a cultura e descobrir o agente causador da sepse?
Ou se faz pelo sangue?
Hélia Cannizzaro


Antonio Carneiro escreveu:
15 - A

A artrite séptica decorre de uma reação inflamatória resultante de uma invasão direta da articulação por microorganismos patogênicos. A artrite séptica não-gonocócica atinge mais o sexo masculino e acomete mais o joelho e quadril com padrão monoarticular e o S. Aureus é o principal agente etiológico. Já a artrite séptica gonocócica acomete mais o sexo feminino e pessoas sexualmente ativas, atinge mais punhos e articulações metacarpofalangeanas com padrão poliarticular. O tratamento é semelhante para ambos os casos, com melhor prognóstico nos casos de artrite séptica gonocócica. A freqüência do agente etiólogico da artrite séptica também varia de acordo com a idade do paciente:

        neonatos  – Staphylococcus aureus, estreptococos, bacilos Gram-negativos;
        < 2 anos  – Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus;
        2-15 anos – Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes
        adultos     –  Staphylococcus aureus, Neisseria gonorrhoeae


Vale ressaltar que boa parte dos casos de artrite séptica permanecem sem identificação do organismo causal, isso se deve principalmente ao uso prévio de antibiótico ou às técnicas inadequadas de cultura.

Assim, no caso em questão, o agente etiológico mais provável é o Staphylococcus aureus.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 7:24 pm

Abel de Oliveira
Ainda não é esta a resposta.
Lembre que não é no hipocôndrio direito (localização da vesícula biliar).
É no hemitórax com secreção amarelada. Existe uma repercussão importante para a região epigástrica.
Hélia Cannizzaro


Abel de Oliveira escreveu:
Questão 7 - Alternativa C

Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente sugerem um caso de colecistite aguda (=inflamação da vesícula biliar). Para confirmação de diagnóstico,deve-se solicitar um colecistograma oral. O colecistograma oral é um exame radiológico que permite estudar a anatomia e a função da vesícula biliar, analisando seu conteúdo, capacidade de concentração e sua contração . Esse exame é utilizado principalmente quando há suspeita de cálculos biliares, que obstruem o ducto biliar e que são os principais responsáveis, em cerca de 90% dos casos,pela inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda), levando ao surgimento dos sinais e sintomas já apresentados.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 7:26 pm

Grande Jamile Menezes!
Hélia Cannizzaro


Jamile Menezes escreveu:
15) A

Os sintomas citados - febre e leucocitose (aumento do número de leucócitos no sangue) -, sugerem que haja uma infecção. A possível artrite séptica (suposta devido ao aumento do volume do joelho esquerdo) corrobora para o diagnóstico da infecção. A artrite séptica, também denominada artrite infecciosa, pode ser de origem bacteriana ou fúngica. O tipo de microorganismo causador varia de acordo com a idade do paciente, suas características imunológicas e com o sítio primário da infecção ou porta de entrada no organismo. Os principais agentes etiológicos são: Staphylococcus aureus, Haemphilus influenzae (mais comum em crianças), Streptococcus, Neisseria gonorrhoeae, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae, etc. Em nosso caso, o paciente tem 16 anos. Então, o agente etiológico mais provável seria o Staphylococcus aureus.

Fontes:

http://www.brasilescola.com/biologia/staphylococcus-aureus.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leucocitose
http://www.precepta.com.br/revisao/artrite-septica-2/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pseudomonas_aeruginosa
http://www.ortopediainfantil.com.br/patologias/quadril/art_septica.php
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1227/artrites_infecciosas_agudas.htm4
http://www.tuasaude.com/sintomas-da-artrite-septica/
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ElaineCosta



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 9:50 pm

3-C

Uma séria tendência a sangramento pode ocorrer em função de uma insuficiente formação hepática de cinco importantes fatores de coagulação dependentes da vitamina K (protrombina, Fator VII, Fator IX, Fator X e proteína C) na ausência da mesma.
O tratamento do sangramento por deficiência de vitamina K, presente na Doença hemorrágica do recém-nascido, depende da gravidade da hemorragia e do estado da doença subjacente. Em geral é administrada vitamina K 2mg EV lentamente, devido ao risco de anafilaxia. Dentro de 2 horas ocorre o aumento dos níveis dos fatores de coagulação, e em 24 horas há completa correção do problema.

em estágios severos, como pode ser inferido do termo ‘sangramento importante’, deve ser administrado plasma fresco congelado 10 a 20 ml/K antes da vitamina K e da reposição de concentrado de hemácias.

Existe ainda a possibilidade de uso de concentrado de protrombina (II, IX, X) 50U/Kg associado a vitamina K 20mg subcutâneo, em situações ameaçadoras à vida (hemorragia intracraniana ou sangramentos intensos).

Fontes:
http://www.meac.ufc.br/arquivos/biblioteca_cientifica/File/PROTOCOLOS%20NEONATOLOGIA/disturbioshemorragicos.pdf - Lavor, M. F. H.  - Distúrbios Hemorrágicos do Recém-Nascido
http://emedicine.medscape.com/article/126354-treatment
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 10:22 pm

Elaine Costa
Ótimo
Hélia Cannizzaro

ElaineCosta escreveu:
3-C

Uma séria tendência a sangramento pode ocorrer em função de uma insuficiente formação hepática de cinco importantes fatores de coagulação dependentes da vitamina K (protrombina, Fator VII, Fator IX, Fator X e proteína C) na ausência da mesma.
O tratamento do sangramento por deficiência de vitamina K, presente na Doença hemorrágica do recém-nascido, depende da gravidade da hemorragia e do estado da doença subjacente. Em geral é administrada vitamina K 2mg EV lentamente, devido ao risco de anafilaxia. Dentro de 2 horas ocorre o aumento dos níveis dos fatores de coagulação, e em 24 horas há completa correção do problema.

em estágios severos, como pode ser inferido do termo ‘sangramento importante’, deve ser administrado plasma fresco congelado 10 a 20 ml/K antes da vitamina K e da reposição de concentrado de hemácias.

Existe ainda a possibilidade de uso de concentrado de protrombina (II, IX, X) 50U/Kg associado a vitamina K 20mg subcutâneo, em situações ameaçadoras à vida (hemorragia intracraniana ou sangramentos intensos).

Fontes:
http://www.meac.ufc.br/arquivos/biblioteca_cientifica/File/PROTOCOLOS%20NEONATOLOGIA/disturbioshemorragicos.pdf - Lavor, M. F. H.  - Distúrbios Hemorrágicos do Recém-Nascido
http://emedicine.medscape.com/article/126354-treatment
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Abel de Oliveira



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sex Nov 15, 2013 11:07 pm

Seria então a alternativa D , já que na pneumonia lobar direita , que pode ser diagnosticada com o exame clínico do aparelho respiratório (através de radiografia do tórax, por exemplo), há a presença dos sintomas citados (tosse com expectoração amarelada, febre, vômitos). A dor na região epigástrica seria o resultado de condições que se manifestam como dor no quadrante superior direito do abdômen, no caso, resultante do processo inflamatório do pulmão direito (pneumonia lobar direita).

Hélia Cannizzaro escreveu:
Abel de Oliveira
Ainda não é esta a resposta.
Lembre que não é no hipocôndrio direito (localização da vesícula biliar).
É no hemitórax com secreção amarelada. Existe uma repercussão importante para a região epigástrica.
Hélia Cannizzaro


Abel de Oliveira escreveu:
Questão 7 - Alternativa C

Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente sugerem um caso de colecistite aguda (=inflamação da vesícula biliar). Para confirmação de diagnóstico,deve-se solicitar um colecistograma oral. O colecistograma oral é um exame radiológico que permite estudar a anatomia e a função da vesícula biliar, analisando seu conteúdo, capacidade de concentração e sua contração . Esse exame é utilizado principalmente quando há suspeita de cálculos biliares, que obstruem o ducto biliar e que são os principais responsáveis, em cerca de 90% dos casos,pela inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda), levando ao surgimento dos sinais e sintomas já apresentados.
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Pedroablins



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 12:27 am

Questão 12
Gabarito B

A causa dos cálculos biliares varia. Existem dois tipos principais de cálculos biliares:
Pedras compostas de colesterol. Os cálculos biliares compostos de colesterol são sem dúvida o tipo mais comum. Os cálculos biliares de colesterol não têm nenhuma relação com os níveis de colesterol no sangue.As pedras são feitas de excesso de bilirrubina na bile. A bile é um líquido produzido no fígado que ajuda o corpo a digerir gorduras. A bile é composta de água, colesterol, sais de bile e outros produtos químicos, como a bilirrubina. Essas pedras são chamadas pedras de pigmentos biliares.Os cálculos biliares são mais comuns em mulheres, índios americanos e outros grupos étnicos, bem como em pessoas com mais de 40 anos. Os cálculos biliares também podem ocorrer de forma hereditária e sob influência da obesidade.
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Manaíra Alcantara



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 12:50 am

Questão 18 ---- B. Úlcera péptica perfurada


A perfuração gastrointestinal é uma das complicações ocasionadas pela úlcera. É mais comum no duodeno que no estômago, que começa com poucas dores abdominais, evoluindo para uma dor mais forte na fossa ilíaca direita e, posteriormente, para todo o abdomên. O peritônio pélvico é doloroso, o que pode ser evidenciado pelo toque retal ou vaginal.

http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/urgencia/livro1/cap/cap32.htm
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42302005000100007&script=sci_arttext
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 12:55 am

Agora sim, amigo Abel de Oliveira
Quando você pagar a cadeira de Pneumologia, e muito mais, se você for um Pneumologista, como o grande Pneumologista do Recife e do HC (que poderá ser seu professor), Prof. Dr. Blancard Torres, você aprenderá a fazer este exame clínico do sistema respiratório e aprenderá a AUSCULTAR. Ouvir os DIFERENTES SONS de cada tipo de doença pulmonar.
Você falou bem em raios X de tórax, que não há na questão, mas seria uma alternativa bem inteligente.
Evita-se abusar em RN, lactentes e crianças pelo risco de seus organismos frente aos raios Roentgen, privilegiando o exame clínico anteriormente falado. Mas, é uma ferramenta fundamental e definitiva.
Além, é claro, da cultura do escarro (que demora mais) e hemograma com VHS (bem rápido). Entre outros.
Hélia Cannizzaro



Abel de Oliveira escreveu:
Seria então a alternativa D , já que na pneumonia lobar direita , que pode ser diagnosticada com o exame clínico do aparelho respiratório (através de radiografia do tórax, por exemplo), há a presença dos sintomas citados (tosse com expectoração amarelada, febre, vômitos). A dor na região epigástrica seria o resultado de condições que se manifestam como dor no quadrante superior direito do abdômen, no caso, resultante do processo inflamatório do pulmão direito (pneumonia lobar direita).

Hélia Cannizzaro escreveu:
Abel de Oliveira
Ainda não é esta a resposta.
Lembre que não é no hipocôndrio direito (localização da vesícula biliar).
É no hemitórax com secreção amarelada. Existe uma repercussão importante para a região epigástrica.
Hélia Cannizzaro


Abel de Oliveira escreveu:
Questão 7 - Alternativa C

Os sinais e sintomas apresentados pelo paciente sugerem um caso de colecistite aguda (=inflamação da vesícula biliar). Para confirmação de diagnóstico,deve-se solicitar um colecistograma oral. O colecistograma oral é um exame radiológico que permite estudar a anatomia e a função da vesícula biliar, analisando seu conteúdo, capacidade de concentração e sua contração . Esse exame é utilizado principalmente quando há suspeita de cálculos biliares, que obstruem o ducto biliar e que são os principais responsáveis, em cerca de 90% dos casos,pela inflamação aguda da vesícula biliar (colecistite aguda), levando ao surgimento dos sinais e sintomas já apresentados.
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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 1:08 am

Pedro Lins
Complementando, e sei que você sabe, que o diabetes tipo I (juvenil) não produz eficientemente insulina e que o diabetes tipo II (adulto) ocorre com frequência em obesos. A obesidade (lipêmica) impede, com ampla vacância, a chegada de uma proteína que é a insulina, e que por ser anfotérica melhor sobrevive e age em meio hídrico. Assim, num mundo menos lipídico, a insulina tem maior liberdade de encaminhar a glicose para dentro das células.
Hélia Cannizzaro

Pedroablins escreveu:
Questão 12
Gabarito B

A causa dos cálculos biliares varia. Existem dois tipos principais de cálculos biliares:
Pedras compostas de colesterol. Os cálculos biliares compostos de colesterol são sem dúvida o tipo mais comum. Os cálculos biliares de colesterol não têm nenhuma relação com os níveis de colesterol no sangue.As pedras são feitas de excesso de bilirrubina na bile. A bile é um líquido produzido no fígado que ajuda o corpo a digerir gorduras. A bile é composta de água, colesterol, sais de bile e outros produtos químicos, como a bilirrubina. Essas pedras são chamadas pedras de pigmentos biliares.Os cálculos biliares são mais comuns em mulheres, índios americanos e outros grupos étnicos, bem como em pessoas com mais de 40 anos. Os cálculos biliares também podem ocorrer de forma hereditária e sob influência da obesidade.
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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 1:18 am

Manaíra Alcantara
Felizmente, que nesta questão não há apêndice perfurado, que seria o mais importante DD (diagnóstico diferencial) nesta questão com úlcera péptica perfurada.
De qualquer forma, quando há perfuração, a cirurgia deve ser imediata. Cirurgiões.
Mesmo tendo uma história da doença atual (HDA), a equipe de cirurgiões muitas vezes descobre a(s) perfuração(ões) dentro do bloco cirúrgico numa pesquisa minuciosa após abertura do abdome (laparotomia exploradora).
A HDA auxilia a direção, mas não anula esta pesquisa pelo cirurgião.
Veremos no futuro, de forma preliminar no Módulo II, os passos desta cirurgia.
Um abraço,
Hélia Cannizzaro


Manaíra Alcantara escreveu:
Questão 18 ---- B. Úlcera péptica perfurada


A perfuração gastrointestinal é uma das complicações ocasionadas pela úlcera. É mais comum no duodeno que no estômago, que começa com poucas dores abdominais, evoluindo para uma dor mais forte na fossa ilíaca direita e, posteriormente, para todo o abdomên. O peritônio pélvico é doloroso, o que pode ser evidenciado pelo toque retal ou vaginal.

http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/bmbooks/urgencia/livro1/cap/cap32.htm
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42302005000100007&script=sci_arttext
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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 4:46 pm

13- Letra C.
A redução dos níveis de cálcio s'erico esta entre os critérios que devem ser avaliados dentro das primeiras 48h após a admissão do paciente, os demais são: redução maior ou igual a 10% no hematocrito, aumento maior ou igual a 10,7 mg/dl na ureia serica apesar de reposição volemica, pO2< 60 mmHg, d'eficit de base > 4 meq/L e sequestro de liquido > 6000 ml. A mortalidade apresenta-se significativa quando ha presença de 3 ou mais desses critérios.

http://www.famema.br/assistencial/epidemi/docs/PancreatiteAguda.pdf
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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Sab Nov 16, 2013 6:53 pm

Keila
É hipocalcemia mesmo, na letra B.
O que é hipocalemia?
Hélia

keila_lo escreveu:
13- Letra C.
A redução dos níveis de cálcio s'erico esta entre os critérios que devem ser avaliados dentro das primeiras 48h após a admissão do paciente, os demais são: redução maior ou igual a 10% no hematocrito, aumento maior ou igual a 10,7 mg/dl na ureia serica apesar de reposição volemica, pO2< 60 mmHg, d'eficit de base > 4 meq/L e sequestro de liquido > 6000 ml. A mortalidade apresenta-se significativa quando ha presença de 3 ou mais desses critérios.  

http://www.famema.br/assistencial/epidemi/docs/PancreatiteAguda.pdf
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keila_lo



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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Dom Nov 17, 2013 4:04 am

Hipocalcemia é um estado de desequilíbrio orgânico do íon cálcio onde os níveis estão abaixo da faixa de normalidade (normocalcemia). No humano o valor aproximado de referência fica entre 8,5 e 10,5mg/dL.
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MensagemAssunto: Re: Qual o GABARITO? (VI)   Dom Nov 17, 2013 7:03 pm

Keila
Certo, sobre Hipocalcemia.
Mas, o que significa HIPOCALEMIA (letra C)?
Hélia Cannizzaro

keila_lo escreveu:
Hipocalcemia é um estado de desequilíbrio orgânico do íon cálcio onde os níveis estão abaixo da faixa de normalidade (normocalcemia). No humano o valor aproximado de referência fica entre 8,5 e 10,5mg/dL.
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