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 QUAL O GABARITO? (V)

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Hélia Cannizzaro



Mensagens : 1065
Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: QUAL O GABARITO? (V)   Sab Nov 02, 2013 11:27 pm

QUAL O GABARITO? (V)

1. Tem importância diagnóstica no feocromocitoma (tumor da medula adrenal):
A. Dosagem de ácido vanil-mandélico urinário
B. Dosagem de ácido homogentísico na urina de 24 horas
C. Queda da pressão arterial
D. Todas acima

2. Necrose asséptica (limpa) ocorre mais frequentemente em:
A. Rótula
B. Cabeça do rádio
C. Cabeça do fêmur
D. Cabeça do úmero
E. Côndilo femoral lateral no joelho

3. Nas intoxicações por cianetos, qual das substâncias abaixo tem ação como antídoto:
A. Hipossulfito de sódio
B. EDTA (ácido etilenodiaminotetracético)
C. Dimercaprol
D. Azul de metileno
E. Nenhum dos acima

4. A propósito da tireoidite de Hashimoto podemos afirmar que:
A. Tem caráter autoimune
B. Pode levar ao hipotireoidismo
C. É mais comum no sexo feminino
D. Duas das acima
E. Todas as acima

5. O encontro no sangue de um pH diminuído acompanhado de uma pCO2 elevada e bicarbonato normal significa:
A. Acidose metabólica
B. Alcalose metabólica
C. Acidose respiratória
D. Alcalose respiratória

6. A ausência da onda P, ritmos ventriculares rápidos e irregulares corresponde a:
A. Fibrilação atrial
B. Taquicardia atrial
C. Taquicardia ventricular
D. Taquicardia supraventricular

7. Paciente com 40 anos chega a Emergência com quadro de convulsão e PA 280 x 170 mmHg. É de se esperar no fundo de olho:
A. Coriorretinite
B. Atrofia de papila
C. Edema de papila
D. Estreitamento arteríolo difuso

8. Creatinofosfoquinase (CPK) existe nos seguintes tecidos, EXCETO:
A. Fígado
B. Músculo esquelético
C. Músculo cardíaco
D. Cérebro
E. Aparecem em todas

9. Hipercalcemia e alcalose podem surgir como complicação terapêutica de:
A. Trombose venosa profunda
B. Úlcera gástrica
C. Cirrose hepática
D. Hipotireoidismo

10. O valor do fluxo plasmático renal no indivíduo normal é:
A. 100ml por segundo
B. 20ml por hora
C. 625ml por minuto
D. 625ml por segundo
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Rebeca Cavalcante



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Data de inscrição : 29/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 03, 2013 5:42 pm

4. E
A tireoidite de Hashimoto é uma doença auto-imune, sete vezes mais comum em mulheres, na qual, o organismo passa a produzir anticorpos contra a própria glândula tireoide, em um processo lento que dura vários anos. Conforme as células da tireoide vão sendo destruídas, a capacidade de produção dos hormônios T3 e T4 é reduzida, de modo que a hipofise aumenta a taxa de produção de TSH, "normalizando" os níveis de T3 e T4. Essa fase inicial, caracterizada pelas altas taxas de TSH e níveis "normais" de T3 e T4 é chamada hipotireoidismo subclínico. Conforme mais células são afetadas, os níveis de TSH aumentam progessivamente, contudo, as células remanescentes são incapazes de manter os níveis de T3 e T4 desejados, de modo que os sintomas do hipotireoidismo (fraqueza, desânimo, cansaço fácil) começam a serem sentidos. É importante destacar que não existe cura para a doença de Hashimoto, o que há é um tratamento baseado em hormônios tireoidianos sintéticos, com administração diária destes. A droga usada normalmente é a Levotiroxina que é um T4 sintético. Os sintomas costumam regredir já com duas semanas de tratamento, que deve ser mantido por toda a vida, sempre com o objetivo de manter o paciente com TSH normal e livre de sintomas.
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Elielvis Siqueira



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 03, 2013 6:20 pm

GABARITO 4.E
COMENTÁRIO:
A tireoidite de Hashimoto ou tireoidite linfocítica crônica é sim uma doença auto-imune em que o indivíduo sofre uma perda gradual dos tirócitos(células epiteliais da tireóide) sendo mais comum em mulheres,com predominância 10:1 a 20:1 em relação aos homens, e na faixa etária entre os 45 e 65 anos,apesar de também ocorrer em crianças.( principalmente no início da adolescência,10 -11anos).Devido a essa perda das células tireoidianas,há redução dos hormônios T3 e T4,caracterizando o hipotireoidismo. Assim,comumente,é pedido exames dos níveis de T3 e T4 e TSH(que ,no caso,estará alto devido ao efeito compensatório) para o diagnóstico da doença.Vale ressaltar que apesar da destruição dos tirócitos,ocorre um aumento difuso no tamanho da tireóide devido a substituição gradual destas células por um infiltrado de células mononucleares e fibrose,sendo este aumento indolor.
Seu componente genético segue um padrão de herança não-mendeliano,ou seja,é influenciado por pequenas variações em alguns genes,tendo os portadores da doença um maior risco de desenvolver outras doenças auto-imunes(como lúpus e miastenia gravis).

FONTES:
Patologia-Robbins e Cotran
http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/html/1066/body/11.htm
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Jamile Menezes



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 03, 2013 11:17 pm

10 - C

O fluxo plasmático renal é o volume de plasma que chega aos rins por unidade de tempo. Em um adulto jovem normal, ele está em torno de 625ml/min (achei diferentes valores nas pesquisas, mas todos em torno de 600 e 650ml/min). Esse valor pode ser alterado de acordo com a idade (por exemplo: com o envelhecimento, há alterações renais morfológicas e funcionais - redução do número de néfrons funcionantes - e, consequentemente, diminuição do fluxo renal plasmático) e também pode ser afetado por fatores externos (por exemplo: o tabagismo pode afetar as funções renais; algumas pesquisas afirmam que pessoas fumantes possuem função renal diminuída).

Fontes:

http://www.medonline.com.br/med_ed/med6/marcus.htm

http://www.nsbri.org/humanphysspace/focus4/sf-renal.html

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:mkIfrxXY9ukJ:pt.scribd.com/doc/51221420/2-BIOFISICA-DO-SISTEMA-URINARIO+&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

http://www.digimed.ufc.br/wiki/index.php/Filtra%C3%A7%C3%A3o_Glomerular_e_Fluxo_Sangu%C3%ADneo_Renal
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Jamile Menezes



Mensagens : 6
Data de inscrição : 25/10/2013

MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 03, 2013 11:48 pm

2 - C

A necrose asséptica, também conhecida como necrose avascular, osteonecrose ou necrose óssea isquêmica, é uma condição que resulta do mau fornecimento de sangue para uma área de um osso, causando a morte óssea localizada. Essa necrose pode ser causada por trauma e danos aos vasos sanguíneos que fornecem oxigênio ao osso. Outras causas de má circulação incluem um bloqueio por ar ou gordura (embolia) que obstrui o fluxo de sangue através dos vasos, sangue anormalmente espesso, aterosclerose (endurecimento das artérias) ou inflamação das paredes dos vasos sanguíneos (vasculite). A necrose asséptica ocorre com maior frequência na cabeça do fêmur, na cabeça do úmero, no corpo do talo e no escafóide cárpico, porém, com maior destaque na cabeça do fêmur (essa necrose ocorre mais comumente na parte superior da perna).

Fontes:

http://www.medicinepg.com/pt/491.html

http://www.maskaran.com/pt/3464.html

http://www.msdlatinamerica.com/profissionais_da_saude/manual_merck/secao_05/secao_05_053.html
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MatheusAraújo



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Seg Nov 04, 2013 12:42 pm

5 - C

Devido ao valor do pH, conclui-se que não se trata de uma alcalose. Sobram, então as alternativas A e C. A acidose respiratória ocorre por aumento na concentração de ácidos voláteis no corpo, que levam ao aumento da pCO2. Já a metabólica ocorre por acúmulo de ácidos não-voláteis, levando a um maior consumo de bases, em especial o bicarbonato, o que causa a queda do pH.
A acidose respiratória acontece devido à hipoventilação pulmonar, levando ao acúmulo de dióxido de carbono. Já a respiratória ocorre devido ao acúmulo de ácido lático/corpos cetônicos, fator que leva à diminuição do pH, e por problemas de retenção do HCO3-, ou dificuldades na excreção de H+, devido à perda do bicarbonato, que causam queda na concentração do HCO3-, principal base do sangue.

Fonte:

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/acidose.htm

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/compensacao.htm
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Ter Nov 05, 2013 11:11 pm

Rebeca Cavalcante
Exatamente.
Não esqueça nunca da importância de dosar periodicamente T3 e T4 em Hashimoto, pois é uma patologia que cursa com hipo, normo e hipertireoidismo. Ao tratar na fase hipotireoidea com hormônio tireoideano, há que dosar periodicamente para definir o estado metabólico da doença, inclusive a dosagem de TSH como controle terapêutico.
Hélia Cannizzaro

Rebeca Cavalcante escreveu:
4. E
A tireoidite de Hashimoto é uma doença auto-imune, sete vezes mais comum em mulheres, na qual, o organismo passa a produzir anticorpos contra a própria glândula tireoide, em um processo lento que dura vários anos. Conforme as células da tireoide vão sendo destruídas, a capacidade de produção dos hormônios T3 e T4 é reduzida, de modo que a hipofise aumenta a taxa de produção de TSH, "normalizando" os níveis de T3 e T4. Essa fase inicial, caracterizada pelas altas taxas de TSH e níveis "normais" de T3 e T4 é chamada hipotireoidismo subclínico. Conforme mais células são afetadas, os níveis de TSH aumentam progessivamente, contudo, as células remanescentes são incapazes de manter os níveis de T3 e T4 desejados, de modo que os sintomas do hipotireoidismo (fraqueza, desânimo, cansaço fácil) começam a serem sentidos. É importante destacar que não existe cura para a doença de Hashimoto, o que há é um tratamento baseado em hormônios tireoidianos sintéticos, com administração diária destes. A droga usada normalmente é a Levotiroxina que é um T4 sintético. Os sintomas costumam regredir já com duas semanas de tratamento, que deve ser mantido por toda a vida, sempre com o objetivo de manter o paciente com TSH normal e livre de sintomas.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Ter Nov 05, 2013 11:15 pm

Jamile Menezes
Correto.
Diante de um paciente, com qualquer patologia, principalmente renal, o volume urinário normal deve ficar entre
1000ml a 1500ml / 24 horas, lembrando que a cada volume de 125ml filtrado/minuto, 124ml é reabsorvido e 1ml
vira urina.
Hélia Cannizzaro

quote="Jamile Menezes"]10 - C

O fluxo plasmático renal é o volume de plasma que chega aos rins por unidade de tempo. Em um adulto jovem normal, ele está em torno de 625ml/min (achei diferentes valores nas pesquisas, mas todos em torno de 600 e 650ml/min). Esse valor pode ser alterado de acordo com a idade (por exemplo: com o envelhecimento, há alterações renais morfológicas e funcionais - redução do número de néfrons funcionantes - e, consequentemente, diminuição do fluxo renal plasmático) e também pode ser afetado por fatores externos (por exemplo: o tabagismo pode afetar as funções renais; algumas pesquisas afirmam que pessoas fumantes possuem função renal diminuída).

Fontes:

http://www.medonline.com.br/med_ed/med6/marcus.htm

http://www.nsbri.org/humanphysspace/focus4/sf-renal.html

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:mkIfrxXY9ukJ:pt.scribd.com/doc/51221420/2-BIOFISICA-DO-SISTEMA-URINARIO+&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

http://www.digimed.ufc.br/wiki/index.php/Filtra%C3%A7%C3%A3o_Glomerular_e_Fluxo_Sangu%C3%ADneo_Renal[/quote]
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Ter Nov 05, 2013 11:17 pm

Elielvis Siqueira
Correto.


Elielvis Siqueira escreveu:
GABARITO 4.E
COMENTÁRIO:
A tireoidite de Hashimoto ou tireoidite linfocítica crônica é sim uma doença auto-imune em que o indivíduo sofre uma perda gradual dos tirócitos(células epiteliais da tireóide) sendo mais comum em mulheres,com predominância 10:1 a 20:1 em relação aos homens, e na faixa etária entre os 45 e 65 anos,apesar de também ocorrer em crianças.( principalmente no início da adolescência,10 -11anos).Devido a essa perda das células tireoidianas,há redução dos hormônios T3 e T4,caracterizando o hipotireoidismo. Assim,comumente,é pedido exames dos níveis de T3 e T4 e TSH(que ,no caso,estará alto devido ao efeito compensatório) para o diagnóstico da doença.Vale ressaltar que apesar da destruição dos tirócitos,ocorre um aumento difuso no tamanho da tireóide devido a substituição gradual destas células por um infiltrado de células mononucleares e fibrose,sendo este aumento indolor.
Seu componente genético segue um padrão de herança não-mendeliano,ou seja,é influenciado por pequenas variações em alguns genes,tendo os portadores da doença um maior risco de desenvolver outras doenças auto-imunes(como lúpus e miastenia gravis).

FONTES:
Patologia-Robbins e Cotran
http://pediatriasaopaulo.usp.br/upload/html/1066/body/11.htm
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Ter Nov 05, 2013 11:20 pm

Jamile Menezes
Sua visão AVASCULAR foi ótima.
Sem sangue sem microrganismos, daí a denominação da patologia.
Um abraço,
Hélia Cannizzaro

Jamile Menezes escreveu:
2 - C

A necrose asséptica, também conhecida como necrose avascular, osteonecrose ou necrose óssea isquêmica, é uma condição que resulta do mau fornecimento de sangue para uma área de um osso, causando a morte óssea localizada. Essa necrose pode ser causada por trauma e danos aos vasos sanguíneos que fornecem oxigênio ao osso. Outras causas de má circulação incluem um bloqueio por ar ou gordura (embolia) que obstrui o fluxo de sangue através dos vasos, sangue anormalmente espesso, aterosclerose (endurecimento das artérias) ou inflamação das paredes dos vasos sanguíneos (vasculite). A necrose asséptica ocorre com maior frequência na cabeça do fêmur, na cabeça do úmero, no corpo do talo e no escafóide cárpico, porém, com maior destaque na cabeça do fêmur (essa necrose ocorre mais comumente na parte superior da perna).

Fontes:

http://www.medicinepg.com/pt/491.html

http://www.maskaran.com/pt/3464.html

http://www.msdlatinamerica.com/profissionais_da_saude/manual_merck/secao_05/secao_05_053.html
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Ter Nov 05, 2013 11:21 pm

Exato Matheus Araújo

MatheusAraújo escreveu:
5 - C

Devido ao valor do pH, conclui-se que não se trata de uma alcalose. Sobram, então as alternativas A e C. A acidose respiratória ocorre por aumento na concentração de ácidos voláteis no corpo, que levam ao aumento da pCO2. Já a metabólica ocorre por acúmulo de ácidos não-voláteis, levando a um maior consumo de bases, em especial o bicarbonato, o que causa a queda do pH.
A acidose respiratória acontece devido à hipoventilação pulmonar, levando ao acúmulo de dióxido de carbono. Já a respiratória ocorre devido ao acúmulo de ácido lático/corpos cetônicos, fator que leva à diminuição do pH, e por problemas de retenção do HCO3-, ou dificuldades na excreção de H+, devido à perda do bicarbonato, que causam queda na concentração do HCO3-, principal base do sangue.

Fonte:

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/acidose.htm

http://www.ufrgs.br/LEO/site_ph/compensacao.htm
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gustavoecf

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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sab Nov 09, 2013 8:21 pm

Resposta da 6º
Letra A - Como a onda P representa a contração atrial, a falta de onda P no ECG indicaria ausência de contração ou contrações desordenadas a ponto de não gerar amplitude. A causa pode ser, talvez, um bloqueio de estímulo, caracterizando, penso, uma fibrilação atrial!
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Letícia Góes



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Qui Nov 14, 2013 1:58 am

1 - A
O diagnóstico laboratorial de feocromocitoma baseia-se na demonstração da produção autônoma de catecolaminas ou seus metabólicos. Por essa razão, dentre as opções, a dosagem de ácido vanilmandélico é o mais aconselhável para o diagnóstico do tumor da medula adrenal. O ácido vanilmandélico é um metabólico catecolamina (produto da conversão hepática de norepinefrina e epinefrina). Os níveis urinários desse ácido refletem a produção endógena das catecolaminas já citadas, cujo local de produção primário é a medula adrenal.
Também pude perceber que a maioria dos casos de feocromocitoma está associado ao aumento da pressão arterial, e não sua queda. Além disso, não achei relação entre esse tumor e o seu diagnóstico a partir da dosagem de ácido homogentísico na urina (que, no entanto, é bem característico de alcaptonúria – distúrbio metabólico que confere coloração escura a urina).
Fontes:
http://www.precepta.com.br/dicionario/alcaptonuria-ocronose/
http://www.labes.com.br/%C3%A1cido_vanilmand%C3%A9lico.htm
http://www.precepta.com.br/dicionario/alcaptonuria-ocronose/
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Aída Carla



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 2:12 am

Questão 3 : A)Hipossulfito de sódio

O cianeto liga-se ao íon férrico (Fe3 +) da citocromo oxidase, inibindo esta enzima no citocromo mitocondrial. Quando a atividade desta enzima é bloqueada, a fosforilação oxidativa cessa e ocorre desvio do metabolismo na produção de ATP, do metabolismo aeróbio para o metabolismo anaeróbio. O desvio para o metabolismo anaeróbio leva a acidose metabólica com aumento do lactato. Apesar da oferta normal de oxigênio para a célula, esta não consegue utilizá-lo por conta desta hipóxia "citotóxica" ou funcional. O cérebro e o coração são os mais sensíveis aos efeitos desta intoxicação. Vários mecanismos anti-oxidantes são interrompidos e isto leva ao aumento de radicais livres e maior dano celular. Ocorre ainda redução dos níveis de GABA, com consequente redução do limiar convulsivo.

Hipossulfito de Sódio a 25% é um antídoto em intoxicações por cianetos, reagindo com esses e formando tiocianato, uma substância atóxica e eliminada através da urina.

Para proteger os tecidos da ação do cianeto é preciso converter parte da hemoglobina circulante em metahemoglobina, que compete rápida e efetivamente com a citocromo-oxidase pelo cianeto, formando a cianometahemoglobina, complexo dissociável. Isto é feito através da administração de nitrito de sódio a 3%. A metahemoglobina resultante converte-se espontaneamente em oxihemoglobina, mas se estiver presente em concentrações altas, há necessidade de se administrar azul de metileno na dose de 1 a 2 mg por kg de peso para efetuar a conversão. Não é possível considerar o azul de metileno como antídoto do cianeto; ele só será utilizado para tratar a metahemoglobinemia provocada pelo nitrito de sódio caso esta atinja níveis perigosos (acima de 30%).

O Dimercaprol é utilizado para o tratamento de intoxicação por arsênico, chumbo, mercúrio.
E a EDTA é utilizada na terapia quelante, ou seja, na remoção de metais pesados.

Referência:
http://estudmed.com.sapo.pt/clinicamedica/has_2.htm
http://www.news-medical.net/health/Chelation-Therapy-What-is-Chelation-Therapy-(Portuguese).aspx
http://www.pacientegrave.com/2012/07/intoxicacao-por-cianeto-atencao-ao.html
http://www.infarmed.pt/formulario/navegacao.php?paiid=286
http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?fromPage=online&aid=8489706
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gustavoecf

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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 2:54 pm

Questão 7:
Letra c - Edema
Essa pressão elevadíssima caracteriza uma crise hipertensiva. O que pode gerar diversos sintomas, inclusive Edema de papila(região com nervos e vasos), no fundo do olho.
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?242
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 3:56 pm

Letícia Góes
Exatamente. É um marcador diagnóstico de produção de catecolaminas pós-ganglionar - na Medula da Adrenal.
A adrenal é uma glândula que contém um córtex que produz na zona glomerulosa (a aldosterona); na zona fasciculada (os corticoides) e na zona reticulada (os androgênios). E na Medula da adrenal (seu interior), as células da medula produzem adrenalina e a adrenalina metilada que é a noradrenalina. Tumor nesta região, como o feocromocitoma, cursam com taquicardia, PA normalmente elevada, sudorese, etc. Nunca descartar o envolvimento adrenal nesta situação.
Hélia Cannizzaro

Letícia Góes escreveu:
1 - A
O diagnóstico laboratorial de feocromocitoma baseia-se na demonstração da produção autônoma de catecolaminas ou seus metabólicos. Por essa razão, dentre as opções, a dosagem de ácido vanilmandélico é o mais aconselhável para o diagnóstico do tumor da medula adrenal. O ácido vanilmandélico é um metabólico catecolamina (produto da conversão hepática de norepinefrina e epinefrina). Os níveis urinários desse ácido refletem a produção endógena das catecolaminas já citadas, cujo local de produção primário é a medula adrenal.
Também pude perceber que a maioria dos casos de feocromocitoma está associado ao aumento da pressão arterial, e não sua queda. Além disso, não achei relação entre esse tumor e o seu diagnóstico a partir da dosagem de ácido homogentísico na urina (que, no entanto, é bem característico de alcaptonúria – distúrbio metabólico que confere coloração escura a urina).
Fontes:
http://www.precepta.com.br/dicionario/alcaptonuria-ocronose/
http://www.labes.com.br/%C3%A1cido_vanilmand%C3%A9lico.htm
http://www.precepta.com.br/dicionario/alcaptonuria-ocronose/
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 4:00 pm

Aída Carla
Um guia ótimo, apresentado por você, do metabolismo comprometido e da terapêutica a cada situação.
Não tenho mais nada a declarar.
Hélia Cannizzaro

Aída Carla escreveu:
Questão 3 : A)Hipossulfito de sódio

O cianeto liga-se ao  íon férrico (Fe3 +) da citocromo oxidase, inibindo esta enzima no citocromo mitocondrial. Quando a atividade desta enzima é bloqueada,  a fosforilação oxidativa cessa e ocorre desvio do metabolismo na produção de ATP, do metabolismo aeróbio para o metabolismo anaeróbio. O desvio para o metabolismo anaeróbio leva a acidose metabólica com aumento do lactato. Apesar da oferta normal de oxigênio para a célula, esta não consegue utilizá-lo por conta desta hipóxia "citotóxica" ou funcional. O cérebro e o coração são os mais sensíveis aos efeitos desta intoxicação. Vários mecanismos anti-oxidantes são interrompidos e isto leva ao aumento de radicais livres e maior dano celular. Ocorre ainda redução dos níveis de GABA, com consequente redução do limiar convulsivo.

Hipossulfito de Sódio a 25% é um antídoto em intoxicações por cianetos, reagindo com esses e formando tiocianato, uma substância atóxica e eliminada através da urina.

Para proteger os tecidos da ação do cianeto é preciso converter parte da hemoglobina circulante em metahemoglobina, que compete rápida e efetivamente com a citocromo-oxidase pelo cianeto, formando a cianometahemoglobina, complexo dissociável. Isto é feito através da administração de nitrito de sódio a 3%. A metahemoglobina resultante converte-se espontaneamente em oxihemoglobina, mas se estiver presente em concentrações altas, há necessidade de se administrar azul de metileno na dose de 1 a 2 mg por kg de peso para efetuar a conversão. Não é possível considerar o azul de metileno como antídoto do cianeto; ele só será utilizado para tratar a metahemoglobinemia provocada pelo nitrito de sódio caso esta atinja níveis perigosos (acima de 30%).

O Dimercaprol é utilizado para o tratamento de intoxicação por arsênico, chumbo, mercúrio.
E a EDTA é utilizada na terapia quelante, ou seja, na remoção de metais pesados.

Referência:
http://estudmed.com.sapo.pt/clinicamedica/has_2.htm
http://www.news-medical.net/health/Chelation-Therapy-What-is-Chelation-Therapy-(Portuguese).aspx
http://www.pacientegrave.com/2012/07/intoxicacao-por-cianeto-atencao-ao.html
http://www.infarmed.pt/formulario/navegacao.php?paiid=286
http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?fromPage=online&aid=8489706
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 4:02 pm

Grande Gustavo Ferreira.
Correto.
Hélia Cannizzaro


gustavoecf escreveu:
Questão 7:
Letra c - Edema
Essa pressão elevadíssima caracteriza uma crise hipertensiva. O que pode gerar diversos sintomas, inclusive Edema de papila(região com nervos e vasos), no fundo do olho.
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?242
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Lucas Simoni



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 7:18 pm

8- A
A creatinofosfoquinase (CPK) ou creatina quinase (CK) é uma enzima que está presente principalmente nos músculos, tecido cardíaco e no cérebro.Também existe no estômago, bexiga, intestino, pulmões e é praticamente ausente no figado.Na eletroforese, podem ser identificadas três isoenzimas: CK MB encontrada em quantidades apreciáveis apenas no tecido do miocárdio;CK MM- encontrada principalmente nos músculos esqueléticos;CK BB - encontrada no cérebro ,estomago ,intestino, bexiga e pulmões.

Fontes:
http://www.biolabor.pt/index.php?exame=214
http://portaldocoracao.uol.com.br/exames/cpk-creatinofosfoquinase-exame-laboratorial
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 7:32 pm

Lucas Simoni
Esta não é a resposta.
Hélia Cannizzaro

Lucas Simoni escreveu:
8- A
A creatinofosfoquinase (CPK) ou creatina quinase (CK) é uma enzima que está presente principalmente nos músculos, tecido cardíaco e no cérebro.Também existe no estômago, bexiga, intestino, pulmões e é praticamente ausente no figado.Na eletroforese, podem ser identificadas três isoenzimas: CK MB encontrada em quantidades apreciáveis apenas no tecido do miocárdio;CK MM- encontrada principalmente nos músculos esqueléticos;CK BB - encontrada no cérebro ,estomago ,intestino, bexiga e pulmões.

Fontes:
http://www.biolabor.pt/index.php?exame=214
http://portaldocoracao.uol.com.br/exames/cpk-creatinofosfoquinase-exame-laboratorial
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ANTONIO RICADO



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sex Nov 15, 2013 10:52 pm

8-E
Professora Helia, a resposta seria esse letra, porque ela diz que a CPK está presente em todos os tecidos. Quanto à sua presença nos tecidos do corpo, eu encontrei o seguinte:
A creatinofosfoquinase (CPK) é uma enzima que desempenha um importante papel regulador no metabolismo dos tecidos contráteis. Está presente principalmente nos músculos, tecido cardíaco e no cérebro. Na eletroforese, podem ser identificadas três isoenzimas: CPK-BB é a forma encontrada no cérebro; a CPK-MB é forma encontrada no miocárdio (músculo cardíaco), e a CPK-MM é forma encontrada no músculo estriado.
Então eu pensei que a resposta era Fígado, mas a Senhora informou que estava errado, então eu fui dar uma pesquisada e achei o seguinte:
A dosagem de enzimas musculares é a técnica laboratorial disponível mais específica para avaliação de dano muscular(1,2,3). Por ordem de especificidade, apresentam-se a creatinofosfoquinase (CPK), a aldolase, as transaminases e a lactato desidrogenase (LDH)(2). A análise em separado destes exames tem pouco valor diagnóstico, uma vez que estão presentes em outros tecidos como fígado, miocárdio e cérebro, além do músculo estriado. Mas, quando levadas em consideração em seu conjunto e associadas a um quadro clínico compatível com miopatia, são bastante confiáveis.
E também o seguinte:
A CPK é uma enzima geralmente associada com a regeneração do ATP em sistemas contráteis ou de transporte. Sua função predominante ocorre nas células musculares, onde está envolvida no estoque de creatina fosfato (altamente energético). Cada ciclo de contração muscular resulta em uso de creatina fosfato, com produção de ATP. Isto resulta em níveis relativamente constantes de ATP muscular. A CPK é amplamente distribuída nos tecidos, com maiores atividades encontradas na musculatura esquelética, cardíaca e tecido cerebral. Outras fontes nas quais a CK está presente incluem bexiga, placenta, trato gastrointestinal, tireóide, útero, rins, pulmões, próstata, baço, fígado e pâncreas.
Então eu fiquei pensando como a CPK  poderia ser usada no Fígado, e imaginei que ela seria usada nas células que se contraem para expulsar a bile. Correto?


http://portaldocoracao.uol.com.br/exames/cpk-creatinofosfoquinase-exame-laboratorial
http://www.alvaro.com.br/exame/visualizar/cpk
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0482-50042004000300008&script=sci_arttext
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Sab Nov 16, 2013 12:34 am

Lucas Simoni e Antonio Ricado
Esta questão foi para prova de residência médica 2013 num hospital em SP.
Foi uma polêmica e a questão na verdade não tem resposta nenhuma. Foi anulada corretamente.
O fígado também produz, em menor concentração: mas produz. Não se pode dizer que ele não produz.
Se todos os outros produzem, então não tem resposta.
Hélia Cannizzaro

ANTONIO RICADO escreveu:
8-E
Professora Helia, a resposta seria esse letra, porque ela diz que a CPK está presente em todos os tecidos. Quanto à sua presença nos tecidos do corpo, eu encontrei o seguinte:
A creatinofosfoquinase (CPK) é uma enzima que desempenha um importante papel regulador no metabolismo dos tecidos contráteis. Está presente principalmente nos músculos, tecido cardíaco e no cérebro. Na eletroforese, podem ser identificadas três isoenzimas: CPK-BB é a forma encontrada no cérebro; a CPK-MB é forma encontrada no miocárdio (músculo cardíaco), e a CPK-MM é forma encontrada no músculo estriado.
Então eu pensei que a resposta era Fígado, mas a Senhora informou que estava errado, então eu fui dar uma pesquisada e achei o seguinte:
A dosagem de enzimas musculares é a técnica laboratorial disponível mais específica para avaliação de dano muscular(1,2,3). Por ordem de especificidade, apresentam-se a creatinofosfoquinase (CPK), a aldolase, as transaminases e a lactato desidrogenase (LDH)(2). A análise em separado destes exames tem pouco valor diagnóstico, uma vez que estão presentes em outros tecidos como fígado, miocárdio e cérebro, além do músculo estriado. Mas, quando levadas em consideração em seu conjunto e associadas a um quadro clínico compatível com miopatia, são bastante confiáveis.
E também o seguinte:
A CPK é uma enzima geralmente associada com a regeneração do ATP em sistemas contráteis ou de transporte. Sua função predominante ocorre nas células musculares, onde está envolvida no estoque de creatina fosfato (altamente energético). Cada ciclo de contração muscular resulta em uso de creatina fosfato, com produção de ATP. Isto resulta em níveis relativamente constantes de ATP muscular. A CPK é amplamente distribuída nos tecidos, com maiores atividades encontradas na musculatura esquelética, cardíaca e tecido cerebral. Outras fontes nas quais a CK está presente incluem bexiga, placenta, trato gastrointestinal, tireóide, útero, rins, pulmões, próstata, baço, fígado e pâncreas.
Então eu fiquei pensando como a CPK  poderia ser usada no Fígado, e imaginei que ela seria usada nas células que se contraem para expulsar a bile. Correto?


http://portaldocoracao.uol.com.br/exames/cpk-creatinofosfoquinase-exame-laboratorial
http://www.alvaro.com.br/exame/visualizar/cpk
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keila_lo



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 17, 2013 6:00 am

Questão 9 -
Confesso que fiquei na dúvida, mas optei pela letra B. Os antiácidos utilizados no tratamento da úlcera gástrica, administrados em excesso, podem levar a uma alcalose e, se forem a base de sais de Cálcio, também a uma hipercalcemia.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Dom Nov 17, 2013 7:14 pm

Keila
Corretíssimo

keila_lo escreveu:
Questão 9 -
Confesso que fiquei na dúvida, mas optei pela letra B. Os antiácidos utilizados no tratamento da úlcera gástrica, administrados em excesso, podem levar a uma alcalose e, se forem a base de sais de Cálcio, também a uma hipercalcemia.
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MatheusAmorim



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MensagemAssunto: Re: QUAL O GABARITO? (V)   Qui Nov 21, 2013 4:12 pm

7: C e D

Fiquei na dúvida professora, nessa Retinopatia Hipertensiva, procurei em alguns sites, mas não me senti seguro em relação aos conteúdos. Finalmente achei esse artigo, e a partir dele permaneceu a dúvida nos trechos correspondentes ao reflexo arteriolar correspondente ao aumento da pressão arterial decorrente a um caso de arteriosclerose, e o endema de papila (se tivesse que escolher uma, chutaria a segunda) de acordo com o artigo o edema de papila é a principal característica fundoscópica de casos de HA.

http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/8-3/retinopatia.pdf
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