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 Metodologia da Problematização - Discussão de Casos Clínicos (10/07/2013)

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Hélia Cannizzaro



Mensagens : 1065
Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: Metodologia da Problematização - Discussão de Casos Clínicos (10/07/2013)   Ter Jul 09, 2013 11:38 pm

CASO CLÍNICO I
Mulher de 18 anos, começou a apresentar desde os 13 anos lesão ulcerosa e bolhosa na mucosa bucal, benigna e com tendência à cura espontânea.
Nos antecedentes pessoais, a mesma refere que não pode precisar relação com stress, mas que vem reduzindo a alimentação por intenso incômodo.
No exame físico, a lesão é do tamanho de uma lentilha, de fundo amarelado e rodeada por um halo eritematoso (=vermelho). O exame histopatológico
não apresenta tumoração, mas estrato granuloso do epitélio plano estratificado da mucosa com vesículas e ulcerações.
A pesquisa laboratorial para Herpes simples deu negativa.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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CASO CLÍNICO II
Homem com 56 anos foi internado por pneumonia aguda, com febre, calafrios, tosse produtiva, leucocitose com desvio à esquerda,
estertores subcrepitantes na ausculta e RX de tórax em PA e perfil com radiopacidade em todo hemitórax direito.
Foi internado e fez uso de Ceftriaxona 1g IM/dia (4 doses) e Avalox 400mg (01 comp. ao dia durante 7 dias).
Após alta hospitalar apresentou língua vermelha, brilhante com pequenos abscessos puntiformes.
Paciente refere na anamnese, dor ao contato com alimentos picantes, salgados e sensação de queimação.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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CASO CLÍNICO III
Mulher com 47, diabética tipo II, obesa, desidratada começa a apresentar intensa dor abaixo da região mandibular direita (unilateral).
Paciente desidratada e desnutrida. Ao hemograma, leucocitose com presença de bastões e aumento importante de VHS.
As amilases sérica e urinária aumentadas e lipase normal. IgM muito elevada em EIE e elevação progressiva de IgG.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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CASO CLÍNICO IV
Homem com 18 anos dá entrada no HR com dor intensa no peito irradiada para o dorso, entre os omoplatas,
com deglutição impossível. Na anamnese, a mãe informa que o mesmo ingeriu uma boa quantidade de baygon na tentativa de suicídio.
Paciente claramente obnubilado (desorientado). Foi realizado de imediato lavagem nasogástrica e à endoscopia foi
observado necrose da mucosa com massas cinzentas e enegrecidas (corrosiva). As lesões chegaram à camada muscular com risco
eminente de rompimento da serosa.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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CASO CLÍNICO V
Adolescente homem de 12 anos informa dor de instalação lenta ao deglutir e regurgitação do alimento e o
pai refere que foi internado com pneumonia por aspiração mas que recebeu alta e se mantiveram os sintomas quanto à alimentação.
Apresenta uma sede intensa. A endoscopia revela o enorme tamanho do esôfago, e o histopatológico com a camada muscular hipertrofiada
e ausência de neurônios do plexo de Auerbach. No RX, em oblíqua direita, esôfago dilatado e pinçamento gástrico em ponta de lápis.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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Caso Clínico VI
Homem de 55 anos, de zona rural, deu entrada no HGV, com intensa hematêmese.
A família informou ser um homem sempre saudável e trabalhador rural. Informou, também, que ontem apresentou fezes negras após o jantar.
É informado que o paciente não faz uso de álcool e nem fuma. A ultrassonografia do fígado mostra lesões micronodulares.
Ao RX imagem clássica do esôfago de colar de pérolas.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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Caso Clínico VII
Mulher iniciou com disfagia progressiva, mau gosto na boca, anorexia, náuseas e vômitos.
Astenia muito intensa e emagrecimento. No exame histopatológico (biópsia), a paciente apresentou um epitelioma já com metástase hepática e pulmonar.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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Caso Clínico VIII
Jovem com 18 anos foi ao consultório com queixa de dor na região epigástrica com irradiação para às costas e intensa pirose (=azia).
Fez uso de hidróxido de alumínio mas não cedeu o quadro. Nos antecedentes pessoais, a paciente relata ter ingerido há 48 horas sushi e sashimi
e que a ingestão de alimentos, posteriormente, agrava a dor. Intensa constipação. No exame endoscópico, agora apresentado ao médico,
há edema da mucosa, hiperemia, erosões e múltiplos focos hemorrágicos e sangrantes.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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Caso Clínico IX
Homem com 62 anos, empresário e fumante, apresenta dor intensa cíclica na região epigástrica que cede um pouco após alimentação.
Na histopatologia, que trouxe hoje o resultado, há um foco na curvatura menor de destruição do epitélio, LP e MM, com abundante vascularização
e infiltrados linfoplasmocitários abundantes, com tendência à fibrose e granulação (de fácil sangramento). O que o trouxe, objetivamente,
ao hospital foi que ontem teve intensa náusea e ao vomitar observou a presença de sangue.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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Caso Clínico X
Homem jovem de 17 anos chega à emergência à noite. Apresenta uma dor intensa, contínua e persistente
na região direita do baixo ventre e região epigástrica. Náuseas, vômitos, febre, pulso rápido, constipação, sem expulsão de gases.
Ao exame físico, ao palpar o abdome, foi observado no quadrante inferior direito uma rigidez das paredes do abdome.
De imediato, foi solicitado hemograma completo com intensa leucocitose e alto VHS e exames da coagulação normais (INR, TC, TS, TP, TTPA).
O RX e o ultrasom não foram esclarecedores.
1. Qual o provável diagnóstico?
2. Você pediria outros exames para confirmar seu diagnóstico?
3. Qual o tratamento?
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