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 Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

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Hélia Cannizzaro



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Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Seg Mar 23, 2015 12:25 am

Na primeira semana após IAM, a Anatomia Patológica demonstra que há fenômenos de necrose e início de remoção das fibras musculares necrosadas; na segunda semana, os mecanismos de remoção chegam ao máximo condicionando acentuado adelgaçamento da parede miocárdica, iniciando-se a formação do colágeno; na terceira semana, período final de remoção do material necrótico, há formação de abundante colágeno; na quarta semana há uma cicatrização progressiva da área infartada. Lembrando, que o tecido conjuntivo é altamente versátil – renova ele mesmo, faz sangue, cartilagem, osso, etc., mas quando cicatriza o faz com fibras colágenas que lembram quelóides pós-cirúrgicas, na epiderme e derme, ou seja, rigidez cicatricial. O sintoma premonitório do IAM, que pode ocorrer ou não, é uma opressão precordial, de pouca intensidade, dias anteriores à crise. Tais elementos assumem grande valor quando há história de IAM pregresso. Outros pródromos (=sintomas que antecedem) são taquicardias, aerofagia e sensação de desconforto ou peso epigástrico = altura do estômago. Na crise, a dor é descrita como de caráter constritivo, opressiva, de intenso peso. A sua irradiação guarda relação com a artéria coronária comprometida. A duração da dor é variável, desde horas até dias. Como sintomas associados podem surgir náuseas, vômitos (como em todo paciente com dor intensa), eructações, intensa sudorese, palidez, extremidades frias e lipotimia. Na maioria das vezes, há queda da PA, mas pode haver elevação dos seus níveis. A febre costuma surgir após 12 a 24 horas da instalação. Na ausculta do coração pode haver hipofenese (baixo estalido) na sístole e diástole (primeira e segunda bulha) e surgimento de terceira bulha (ritmo de galope) e quarta bulha. O aparecimento de terceira bulha tem diagnóstico pior. O IAM sem dor é pouco frequente surgindo particularmente em pessoas idosas, nas quais a extensão de fenômenos ateroscleróticos aos vasa nervorum determina lesão de filetes nervosos, eliminando a via aferente da sensação dolorosa. O que chama atenção, nesses idosos, são as disritmias, a hipotensão arterial grave e manifestações de insuficiência cardíaca. A morte em geral, no IAM, ocorre por disritmias graves (tipo taquicardia ou fibrilação ventricular); bradicardia acentuada; e parada cardíaca – responsáveis por baixo débito e por falência miocárdica. Ainda, rotura do septo interventricular; choque; acidentes tromboembólicos; aneurisma cardíaco; e pericardite.
Isto é apenas uma introdução.






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Ana Paula Valença



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Seg Mar 23, 2015 9:05 pm

Existe também casos de infarto fulminante- aquele que surge de repente e pode levar ao óbito antes mesmo do atendimento médico- sem a presença de sintomas. Aprendemos na aula de fisiologia que o infarto fulminante acomete mais os jovens, visto que a circulação colateral ainda está em desenvolvimento, ou seja, não é possível compensar a irrigação por outros vasos.
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alinerayane



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Seg Mar 23, 2015 9:44 pm

Um fato interessante é que, geralmente, pacientes com infarto agudo do miocárdio exibem hiperatividade do SNA simpático. Essa descarga adrenérgica aumenta a necessidade de oxigênio pelo miocárdio por três mecanismos principais que é acelerar o ritmo cardíaco, elevar a pressão arterial e aumentar a contratilidade do miocárdio. Já que essa resposta simpática resulta de uma ação combinada entre o desconforto torácico e a ansiedade (descrita como uma sensação de morte iminente), é indicado o uso de analgésicos, que possam aliviar tanto a dor como a ansiedade em que o indivíduo se encontra. O analgésico de escolha, na maioria das vezes, é a morfina. Entretanto, uma pesquisa recente mostrou que a morfina aumenta a mortalidade em síndromes coronarianas agudas. Dados obtidos na Carolina do Norte, pela Duke University, demonstraram que de todos os pacientes internados em um hospital com síndrome coronariana aguda (dor no peito) na Carolina do Norte, os que receberam morfina tiveram um aumento de 40% na mortalidade. Isso fez com que a American Heart Association removesse de suas diretrizes a morfina para síndrome coronariana aguda.
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Lucas Campelo



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Seg Mar 23, 2015 10:54 pm

Professora, "alinerayane" tocou num ponto que sempre me trouxe certa curiosidade: a morfina. Me atrevo a comentá-la aqui.
Em muitas situações, me deparei com relatos literários catastróficos, por assim dizer, consequentes ao seu uso, tanto numa perspectiva de dependência química como de outros efeitos adversos. Um exemplo é a obra autobiográfica "Morfina" de Mikhail Bulgakov. Afinal, a morfina é muito utilizada hoje em dia? A despeito do alívio inigualável, como descrevem pacientes, ela é vista com bons olhos pelos médicos e entendidos do assunto?
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Ariadne Souto Maior



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Ter Mar 24, 2015 1:59 am

Quanto aos infartos silenciosos, que ocorrem principalmente na população idosa, é importante que a família e as pessoas que cercam o idoso tenham bastante informação sobre essa situação, já que não é de fácil identificação por leigos. A angina, conhecido sintoma do infarto, não acontece nesses casos. Ainda assim, quando a dor aparece, pode acabar sendo confundida com dores típicas da idade, como a artrose. Dessa forma, é preciso ficar atento para os outros sintomas característicos da doença, além da dor, como a sensação de angústia, falta de ar, náusea e o suor repentino, para evitar um prognóstico negativo.
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Cicera Analú Alves da Sil



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Ter Mar 24, 2015 11:40 pm

Uma coisa que me chamou bastante atenção foi a proporção de IAM em mulheres grávidas, que é muito baixa cerca de 3-10 de cada 10.000 gestações. Entretanto, é importante que o diagnóstico seja realizado precocemente, o que nem sempre ocorre devido à baixa suspeita clínica, ou pelo quadro clínico ser confundido com os sinais e sintomas fisiológicos da gestação, ou pela dificuldade em diferenciar de uma queixa frequente na grávida que é a do refluxo gastroesofágico.
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Vitor tadeu



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qua Mar 25, 2015 2:23 am

http://anatpat.unicamp.br/lamdc9.html

Achei esse site interessante. Nele compara-se miocardiócitos normais com miocardiócitos depois de um infarto. Além disso, tem uma outra imagem que ilustra a fibroses no miocárdio.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 5:55 pm


Ana Paula Valença
São na maioria chamados de IAM diagragmáticos.

uote="Ana Paula Valença"]Existe também casos de infarto fulminante- aquele que surgerepente e pode levar ao óbito antes mesmo do atendimento médico- sem a presença de sintomas. Aprendemos na aula de fisiologia que o infarto fulminante acomete mais os jovens, visto que a circulação colateral ainda está em desenvolvimento, ou seja, não é possível compensar a irrigação por outros vasos.[/quote]
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 6:07 pm

Aline Rayane
A dor intensa é um grave complicador nos pacientes com IAM.
Analgésicos potentes usados no lugar da morfina, apesar do uso util da morfina
em doses fracionadas: alfentanila, buprenorfina, cetamina, codeína, dextropropoxifeno , fentanila, meperidina, metadona, nalbufina, oxicodona, sufentanil, tramadol, etc.
Há desejo de conhecer seus mecanismos de ação versus morfina?


quote="alinerayane"]Um fato interessante é que, geralmente, pacientes com infarto agudo do miocárdio exibem hiperatividade do SNA simpático. Essa descarga adrenérgica aumenta a necessidade de oxigênio pelo miocárdio por três mecanismos principais que é acelerar o ritmo cardíaco, elevar a pressão arterial e aumentar a contratilidade do miocárdio. Já que essa resposta simpática resulta de uma ação combinada entre o desconforto torácico e a ansiedade (descrita como uma sensação de morte iminente), é indicado o uso de analgésicos, que possam aliviar tanto a dor como a ansiedade em que o indivíduo se encontra. O analgésico de escolha, na maioria das vezes, é a morfina. Entretanto, uma pesquisa recente mostrou que a morfina aumenta a mortalidade em síndromes coronarianas agudas. Dados obtidos na Carolina do Norte, pela Duke University, demonstraram que de todos os pacientes internados em um hospital com síndrome coronariana aguda (dor no peito) na Carolina do Norte, os que receberam morfina tiveram um aumento de 40% na mortalidade. Isso fez com que a American Heart Association removesse de suas diretrizes a morfina para síndrome coronariana aguda.[/quote]
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 6:17 pm

Lucas Campelo
Leia o que escrevi anteriormente para Aline.
A morfina continua, no mundo inteiro, sendo utilizada, em pacientes
que apesar do uso de analgésicos potentes - não cede a dor.
Hoje existe a Especialidade da Dor cuja máxima é não permitir que
o paciente sofra.
Você como Médico, que havia tentado todas terapêuticas contra a dor e
ela não cedia - você administraria morfina? Ou deixaria o paciente com dor?





quote="Lucas Campelo"]Professora, "alinerayane" tocou num ponto que sempre me trouxe certa curiosidade: a morfina. Me atrevo a comentá-la aqui.
Em muitas situações, me deparei com relatos literários catastróficos, por assim dizer, consequentes ao seu uso, tanto numa perspectiva de dependência química como de outros efeitos adversos. Um exemplo é a obra autobiográfica "Morfina" de Mikhail Bulgakov. Afinal, a morfina é muito utilizada hoje em dia? A despeito do alívio inigualável, como descrevem pacientes, ela é vista com bons olhos pelos médicos e entendidos do assunto?[/quote]
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 6:18 pm

Ariadne Souto Maior
Lido.


Ariadne Souto Maior escreveu:
Quanto aos infartos silenciosos, que ocorrem principalmente na população idosa, é importante que a família e as pessoas que cercam o idoso tenham bastante informação sobre essa situação, já que não é de fácil identificação por leigos. A angina, conhecido sintoma do infarto, não acontece nesses casos. Ainda assim, quando a dor aparece, pode acabar sendo confundida com dores típicas da idade, como a artrose. Dessa forma, é preciso ficar atento para os outros sintomas característicos da doença, além da dor, como a sensação de angústia, falta de ar, náusea e o suor repentino, para evitar um prognóstico negativo.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 6:22 pm

CÍCERA ANALÚ ALVES
Uma pergunda independente, porque um dos sintomas do IAM
é incômodo ou dor epigástrica, na altura do estômago?



Cicera Analú Alves da Sil escreveu:
Uma coisa que me chamou bastante atenção foi a proporção de IAM em mulheres grávidas, que é muito baixa cerca de 3-10 de cada 10.000 gestações. Entretanto, é importante que o diagnóstico seja realizado precocemente, o que nem sempre ocorre devido à baixa suspeita clínica, ou pelo quadro clínico ser confundido com os sinais e sintomas fisiológicos da gestação, ou pela dificuldade em diferenciar de uma queixa frequente na grávida que é a do refluxo gastroesofágico.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Qui Mar 26, 2015 6:36 pm

VITOR TADEU
Lembre sempre. Parênquima é o conjunto de células de um órgão e o estroma
a cápsula do órgão e os septos conjuntivos que migram para dentro do Parênquima. Quando o Parênquima, de qualquer órgão é lesado, sua cicatrização se faz com o tecido conjuntivo - e consequentemente cicatriz por fibras colágenas.


quote="Vitor tadeu"]http://anatpat.unicamp.br/lamdc9.html

Achei esse site interessante. Nele compara-se miocardiócitos normais com miocardiócitos depois de um infarto. Além disso, tem uma outra imagem que ilustra a fibroses no miocárdio.[/quote]
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Rhyan Dinoá

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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Sab Mar 28, 2015 1:25 pm

Vi um artigo interessante que correlacionava os meses do ano com a incidência de IAM. Foi constatado que nos meses referentes ao inverno, o número de pacientes acometidos pelo IAM era maior. Os pesquisadores apontaram três motivos principais que podem explicar a relação entre as condições do tempo e as variações no número de infartos. Além das inflamações respiratórias que colaboram com problemas cardiovasculares, os fatores da coagulação do sangue ficam mais ativos em dias frios, favorecendo o fechamento das artérias coronárias e a formação de coágulos sangüíneos. Um terceiro motivo seria a vasoconstrição. Para evitar a perda de calor em baixas temperaturas, os vasos sangüíneos se contraem, provocando a elevação da pressão arterial e a obstrução em pessoas que já possuem algum tipo de placa de gordura que dificulte a circulação arterial.[/justify]
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Sab Mar 28, 2015 5:28 pm

Rhyan Dinoá
Envio o artigo para todos nós. Será bom.

Rhyan Dinoá escreveu:
Vi um artigo interessante que correlacionava os meses do ano com a incidência de IAM. Foi constatado que nos meses referentes ao inverno, o número de pacientes acometidos pelo IAM era maior.  Os pesquisadores apontaram três motivos principais que podem explicar a relação entre as condições do tempo e as variações no número de infartos. Além das inflamações respiratórias que colaboram com problemas cardiovasculares, os fatores da coagulação do sangue ficam mais ativos em dias frios, favorecendo o fechamento das artérias coronárias e a formação de coágulos sangüíneos. Um terceiro motivo seria a vasoconstrição. Para evitar a perda de calor em baixas temperaturas, os vasos sangüíneos se contraem, provocando a elevação da pressão arterial e a obstrução em pessoas que já possuem algum tipo de placa de gordura que dificulte a circulação arterial.[/justify]
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Cicera Analú Alves da Sil



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Dom Mar 29, 2015 6:51 pm

Professora, a senhora me perguntou porque um dos sintoma da IAM é incômodo ou dor epigástrica na altura do estomago... eu li no livro Neuroanatomia Funcional do Ângelo Machado que o coração, embora tenha posição torácica, recebe grande parte de sua inervação da região cervical ( devido sua origem embriológica). Li também que a outra parte da inervação vai ser composta de nociceptores viscerais que quando lesionados vai compor a chamada dor referida, no qual o problema que esta acontecendo em um órgão, provocará sensações cutâneas naquela região... acredito que pela proximidade desses órgãos isso venha a acontecer, mas não tenho certeza....
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Introdução ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)   Dom Mar 29, 2015 6:54 pm

Você está certíssima, Cícera Analú Alves.
Não esqueça, jamais, deste sintoma, nesta patologia


Cicera Analú Alves da Sil escreveu:
Professora, a senhora me  perguntou porque um dos sintoma da IAM é incômodo ou dor epigástrica na altura do estomago... eu li no livro Neuroanatomia Funcional do Ângelo Machado que o coração, embora tenha posição torácica, recebe grande parte de sua inervação da região cervical ( devido sua origem embriológica). Li também que a outra parte da inervação vai ser composta de nociceptores viscerais que quando lesionados vai compor a chamada dor referida, no qual o problema que esta acontecendo em um órgão, provocará sensações cutâneas naquela região... acredito que pela proximidade desses órgãos isso venha a acontecer, mas não tenho certeza....
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