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 VALVOPATIAS

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Hélia Cannizzaro



Mensagens : 1065
Data de inscrição : 23/06/2013

MensagemAssunto: VALVOPATIAS   Sex Out 10, 2014 4:14 pm

VALVOPATIAS
As disfunções valvares constituem grupo frequente de cardiopatias em nosso meio. Seu adequado reconhecimento é fundamental, dada a possibilidade de correção cirúrgica, que altera de modo favorável a evolução da doença. Podem ser considerados três tipos fundamentais: a) o que determina obstrução ao fluxo anterógrado ou tipo estenose; b) o que permite regurgitação ou tipo insuficiência; c) o misto, onde se observam disfunções combinadas. O conceito de disfunção valvar, antes restrito aos fenômenos resultantes de alterações anatômicas das válvulas propriamente ditas, foi modificado graças aos melhores conhecimentos de anatomia funcional e patológica e observações feitas durante a cirurgia corretiva. Assim, a disfunção pode ocorrer mesmo em presença de aparelhos valvares normais. Exemplos clássicos do fenômeno podem ser descritos e caracterizados na valva mitral. VEJA HISTOLOGIA DA VALVA, incluindo Esqueleto Fibroso. A função da valva mitral depende da participação integrada de estruturas valvares e não-valvares, como o átrio e o ventrículo esquerdos. A desorganização das primeiras, como consequência da disfunção das segundas, acarreta graus variáveis de incompetência valvar. É o caso das insuficiências mitrais que surgem em presença de grandes dilatações ventriculares e de ventrículos com áreas de contração assincrônica, como a observada no IAM.
Disfunções Mitrais – Em condições normais, o fluxo sanguíneo através do orifício mitral depende da ação integrada do assim chamado “complexo mitral”, constituído pelo átrio esquerdo, anel mitral, lacínias, cordas tendinosas, músculos papilares e ventrículo esquerdo. Alterações estruturais e/ou funcionais de qualquer um destes elementos resultam, eventualmente, em alguma forma de disfunção valvar. Embora inicialmente esta possa ser consequência de alteração isolada de um desses componentes, verifica-se com frequência a participação tardia, em grau variável, de todos eles. A) Estenose Mitral – Caracteriza-se pela presença de obstáculo ao livre fluxo de sangue, entre átrio e ventrículo esquerdos e, habitualmente, resulta de fusão da cordoalha tendinosa, do engrossamento e calcificação das lacínias e fusões comissurais. VER ANATOMIA. A “barreira” assim constituída faz com que parte da energia cinética do fluxo anterógrado se transforme em energia lateral, criando condições para o estabelecimento de regime de hipertensão que se transmite livremente ao sistema venocapilar e arterial pulmonares. Em consequência, há sobrecarga de câmaras direitas que, por sua vez, pode determinar a hipertensão venocapilar sistêmica. A perda da livre transmissão de energia cinética para o ventrículo esquerdo causa gradiente de pressão entre as duas cavidades com modificações tensionais e volumétricas na diástole do próprio ventrículo. Do ponto de vista de etiologia (=origem), a estenose mitral pode ser congênita ou adquirida. A primeira variedade é pouco frequente. A forma adquirida é mais frequente, particularmente a causada por febre reumática, responsável por quase 90% das estenoses mitrais. Mais recentemente, foi sugerida a possibilidade de agressão valvar por vírus. A estenose mitral é uma doença de início lento e de evolução crônica. Os transtornos hemodinâmicos exteriorizam-se por manifestações quando a área de escoamento do fluxo atrioventricular esquerdo se reduz aproximadamente à metade da área normal. As formas agudas são excepcionais, por exemplo, nos mixomas (tumor) do átrio esquerdo e nas tromboses maciças. Como o processo reumático além de atingir o endocárdio valvar compromete também os outros tecidos do coração (pancardite reumática), o miocárdio do átrio esquerdo pode apresentar cicatrizes da inflamação prévia, as quais se somam aos processos fibróticos relacionados com a sobrecarga da câmara, agravando ainda mais. Criam-se condições para a chamada “dispersão do período refratário”, elemento eletrofisiológico fundamental na gênese e manutenção da fibrilação atrial, disritmia nesta valvopatia. Quando da instalação da fibrilação atrial, pode ocorrer as seguintes alterações: A) perda do poder contrátil do átrio com aumento da hipertensão atrial esquerda; B) estase (=lentificação) sanguínea, que resulta da ausência de contração e que favorece a formação de trombos, agravando, ainda mais, a hipertensão atrial. Com isso, gera-se uma hipertensão venocapilar pulmonar secundária (VER HISTOLOGIA DAS VEIAS E CAPILARES), com a lógica de aparecimento de dispneia. Essa congestão venocapilar pulmonar, nas túnicas das veias e capilares, começa a gerar um extravasamento, com isso, edema intersticial e interalveolar. Dados Clínicos Preliminares – As manifestações clínicas dependem do grau de obstrução, sendo a dispneia o sintoma característico desta disfunção. A dispneia aos grandes esforços constitui o sintoma inicial. Durante o esforço, o aumento do retorno venoso ao átrio esquerdo e a diminuição do tempo de diástole ventricular (taquicardia) aumentam relativamente a obstrução, elevando a pressão capilar pulmonar a ponto de provocar modificações capazes de aumentar o trabalho respiratório, provocando dispneia. À medida que agrava a hipertensão no átrio esquerdo, a dispneia aparece aos médios e, depois, aos pequenos esforços, para finalmente, aparecer mesmo em repouso. A dispneia paroxística noturna é frequente e revela importante hipertensão venocapilar pulmonar (lembrar, do retorno sanguíneo às veias pulmonares > pulmões). O EAP (=Edema Agudo de Pulmão) é a exteriorização máxima da hipertensão venocapilar pulmonar. As palpitações geralmente acompanham a dispneia e tornam-se mais evidente à medida que a obstrução evolui. A sensação de contração precordial (= no precórdio) vigorosa constitui achado comum em fases avançadas. Com a hipertensão venocapilar pulmonar pode ocorrer estase jugular, hepatomegalia (=aumento do fígado) dolorosa e edemas, e já caracterizam regime hipertensivo nas câmaras direitas. Fadiga. O embolismo sistêmico ocorre em cerca de 15 a 30% dos casos. O advento da fibrilação atrial pode determinar o aparecimento agudo de quadro dispneico intenso e até EAP. Edema dos membros inferiores (MMIIs) e ascite (=líquido na cavidade abdominal) podem ser observados em fases mais adiantadas da doença. A auscultação é seguramente o método mais eficaz para o diagnóstico. IRÃO VER NO ANDAMENTO DO CURSO. Só como curiosidade: aumento da intensidade da primeira bulha. A segunda bulha hiperfonética é característica de hipertensão pulmonar importante. O estalido de abertura mitral é um ruído TÍPICO, de alta frequência e curta duração, irradiando-se comumente para todas as áreas, inclusive para o pescoço. No ECG, há um aumento da duração da onda P, quando se instala hipertensão atrial. IREI ENVIAR ALGUNS DADOS PRELIMINARES DE ECG. Estas modificações na onda P são mais evidentes à medida que a sobrecarga aumenta e podem estar presentes mesmo em ausência de sinais de sobrecarga ventricular direita. A sobrecarga das câmaras direitas quando se torna manifesta é característico uma amplitude do complexo QRS (que se desvia para direita) da derivação D1 em relação a D2. O aumento da onda R de V1 e da onda S de V6 indica maior sobrecarga ventricular direita. As manifestações radiológicas (RX de tórax) são bastante características e dependem do estágio evolutivo considerado. Há um aspecto clássico da área cardíaca triangular (BUSQUEM VER ESTA IMAGEM, CUJA BASE DO TRIÂNGULO SÃO OS VENTRÍCULOS), havendo uma retificação do arco médio por hipertensão pulmonar e sinais de congestão venosa. Há um evidente aumento da área cardíaca. Os dados ecocardiográficos é seguramente o método que permite avaliar com maior precisão os movimentos valvares. A ecocardiografia permite, ainda, avaliar o grau de dilatação da câmara atrial esquerda e os níveis de pressão, vigentes na artéria pulmonar, com precisão. Além, dos dados hemodinâmicos.
Voltarei com a próxima VALVOPATIA: INSUFICIÊNCIA MITRAL.
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sergio.siqueira



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Sex Out 10, 2014 5:29 pm

Professora, após a leitura do seu texto, decidi me informar um pouco mais sobre a estenose mitral e acabei me interessando bastante pelos métodos cardiológicos utilizados quando há grande dano na válvula mitral. Tive a oportunidade de ler um pouco sobre a cirurgia cardíaca minimamente invasiva, e decidi trazer um artigo que trata do assunto! http://www.scielo.br/pdf/rbccv/v23n3/v23n3a20.pdf

fontes que utilizei para me informar: http://www.einstein.br/einstein-saude/tecnologia-e-inovacao/paginas/cirurgia-cardiaca-minimamente-invasiva.aspx / http://www.minhavida.com.br/saude/temas/estenose-mitral /
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Lucas Almeida Tavares



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Sex Out 10, 2014 9:12 pm

Professora, achei que a questão 13 não tinha sido respondida ainda, notei depois de respondê-la. Vou SER mais atento da próxima vez
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Ricardo Zimmerle



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Sab Out 11, 2014 9:46 pm

Professora Hélia,

Após a leitura do seu texto, busquei imagens e vídeos de valvopatias e me deparei com materiais muito interessantes. Dentre eles um vídeo curto de um ecocardiograma com Doppler, mostrando uma valvulopatia mitral, no qual se vê (pelo que pude entender) um comportamento atípico do folheto posterior.

Segue o link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Bc94IsQH8OI
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Alexandre Luna



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Dom Out 12, 2014 1:20 am

Professora, boa noite, achei bastante interessante esse tema, principalmente por ter tido um caso na família de valvopatia, com substituição cirúrgica.
Busquei pesquisar outras fontes sobre o assunto e achei um artigo interessante, cujo título é "Distúrbios cardiovasculares na acromegalia", que pode trazer como complicações dessa condição, entre outras, valvulopatias.
Link do artigo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302008000900004
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Gabriel Tavares



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Dom Out 12, 2014 1:40 pm

Professora, li o  artigo que Alexandre Luna compartilhou sobre Distúrbios cardiovasculares na acromegalia e fiquei com uma dúvida. Entendi que a a acromegalia é uma doença que tem como uma das principais causas o aumento do GH e do IGF-1 no organismo. Entendi também que a acromegalia causa insuficiência cardíaca por provocar uma distensão excessiva das fibras do miocárdio e, assim, prejudicar a contração ótimas do coração. Entendi também que, com o excesso de GH e IGH-1 há um aumento do metabolismo. Entretanto, com a insuficiência cardíaca, a distribuição de nutrientes para o organismo fica prejudicada, certo? O organismo, de alguma forma, consegue atenuar esse aumento de metabolismo, antagonizando a atuação do GH por outra via?  Ou o organismo apenas sobrecarrega o coração para, assim, conseguir distribuir os nutrientes necessários para alimentar esse aumento metabólico? Na clínica é utilizado algum fármaco para diminuir esse metabolismo? qual fármaco?                      

Aguardo ansiosamente pelas respostas Very Happy
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Mariane Ramos



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Dom Out 12, 2014 3:28 pm

Professora, achei interessante o que foi falado no texto sobre disfunçoes na valva mitral, e achei interessante o fato de as valvopatias não serem apenas caracterizadas por problemas na anatomia das valvas em si. Fui pesquisar um pouco sobre a valva mitral e achei um estudo interessante intitulado: Estudo comparativo do anel valvar mitral e do ventrículo esquerdo na cardiomiopatia dilatada. Esse estudo tem como objetivo entender melhor a disfunçao da valva mitral na CMD.

Link para o estudo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-76382001000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
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Gisele Mariel



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Ter Out 14, 2014 12:33 am

Boa noite!! Achei esse assunto muito interessante (à propósito, me interesso muito pelos assuntos relacionados a cardio), então fui procurar alguns vídeos. Achei esse de troca da valva mitral Smile espero que contribua para quem, assim como eu, se interessa por isso!
http://m.youtube.com/watch?v=q-cMlkHp55M
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 8:36 pm

Sérgio Siqueira
Ótima oportunidade de leitura.
Leiam todos.

sergio.siqueira escreveu:
Professora, após a leitura do seu texto, decidi me informar um pouco mais sobre a estenose mitral e acabei me interessando bastante pelos métodos cardiológicos utilizados quando há grande dano na válvula mitral. Tive a oportunidade de ler um pouco sobre a cirurgia cardíaca minimamente invasiva, e decidi trazer um artigo que trata do assunto! http://www.scielo.br/pdf/rbccv/v23n3/v23n3a20.pdf

fontes que utilizei para me informar: http://www.einstein.br/einstein-saude/tecnologia-e-inovacao/paginas/cirurgia-cardiaca-minimamente-invasiva.aspx / http://www.minhavida.com.br/saude/temas/estenose-mitral /
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 8:37 pm

Lucas Almeida Tavares
Fique tranquilo, de verdade.
Lucas Almeida Tavares escreveu:
Professora, achei que a questão 13 não tinha sido respondida ainda, notei depois de respondê-la. Vou SER mais atento da próxima vez
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 8:39 pm

Ricardo Zimmerle
Pernambuco, é um grande Centro de Imagem, e que sempre carece de novos profissionais.


Ricardo Zimmerle escreveu:
Professora Hélia,

Após a leitura do seu texto, busquei imagens e vídeos de valvopatias e me deparei com materiais muito interessantes. Dentre eles um vídeo curto de um ecocardiograma com Doppler, mostrando uma valvulopatia mitral, no qual se vê (pelo que pude entender) um comportamento atípico do folheto posterior.

Segue o link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Bc94IsQH8OI
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 8:41 pm

Alexandre Luna
Eu desconhecia a relação de valvopatias com acromegalia (growth hormone após fechamento das epífises), e
achei muito interessante.

Alexandre Luna escreveu:
Professora, boa noite, achei bastante interessante esse tema, principalmente por ter tido um caso na família de valvopatia, com substituição cirúrgica.
Busquei pesquisar outras fontes sobre o assunto e achei um artigo interessante, cujo título é "Distúrbios cardiovasculares na acromegalia", que pode trazer como complicações dessa condição, entre outras, valvulopatias.
Link do artigo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302008000900004
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 9:06 pm

Gabriel Tavares
Na acromegalia, diferente do gigantismo, há um aumento apenas das extremidades (cérebro, MMIIs, MMSSs).
O GH é sabidamente um hiperglicêmico, e sua relação metabólica, no sangue, é lesar a túnica íntima dos
vasos, incluindo coração. Metabolicamente, há sempre necessidade da insulina para introduzir a glicose
(ciclizada com várias hidroxilas expostas, incluindo CH2OH) dentro da célula e ser conduzida às mitocôndrias.
Glicose livre no sangue, como no Diabetes Tipo I e II, e na acromegalia, é altamente lesivo ao coração, vasos e rins.
O que não sabia, era nas valvopatias (acromegalia).
Sobre suas perguntas:
1. Sim;
2. Não. A síntese de growth hormone, desenfreada, na adenohipófise, tem o mesmo descontrole que a síntese de corticoides na síndrome de Cushing (Córtex adrenal zona fasciculada) ou de adrenalina do feocromocitoma. Por outro lado, o GH e a prolactina não possuem realising e inibidores (hipotálamo), como os outros hormônicos da hipófise;
3. Coração sobrecarregado (ICC);
4. A maioria não tem resultados efetivos. O melhor deles, é cirurgia para retirada da hipófise por via transesfenoidal com
posterior reposição de todos os hormônios.

Gabriel Tavares escreveu:
Professora, li o  artigo que Alexandre Luna compartilhou sobre Distúrbios cardiovasculares na acromegalia e fiquei com uma dúvida. Entendi que a a acromegalia é uma doença que tem como uma das principais causas o aumento do GH e do IGF-1 no organismo. Entendi também que a acromegalia causa insuficiência cardíaca por provocar uma distensão excessiva das fibras do miocárdio e, assim, prejudicar a contração ótimas do coração. Entendi também que, com o excesso de GH e IGH-1 há um aumento do metabolismo. Entretanto, com a insuficiência cardíaca, a distribuição de nutrientes para o organismo fica prejudicada, certo? O organismo, de alguma forma, consegue atenuar esse aumento de metabolismo, antagonizando a atuação do GH por outra via?  Ou o organismo apenas sobrecarrega o coração para, assim, conseguir distribuir os nutrientes necessários para alimentar esse aumento metabólico? Na clínica é utilizado algum fármaco para diminuir esse metabolismo? qual fármaco?                      

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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 9:07 pm

Obrigada pela contribuição, Mariane Ramos
Mariane Ramos escreveu:
Professora, achei interessante o que foi falado no texto sobre disfunçoes na valva mitral, e achei interessante o fato de as valvopatias não serem apenas caracterizadas por problemas na anatomia das valvas em si. Fui pesquisar um pouco sobre a valva mitral e achei um estudo interessante intitulado: Estudo comparativo do anel valvar mitral e do ventrículo esquerdo na cardiomiopatia dilatada. Esse estudo tem como objetivo entender melhor a disfunçao da valva mitral na CMD.

Link para o estudo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-76382001000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: VALVOPATIAS   Qua Out 15, 2014 9:08 pm

Gisele Mariel
Eu também me interesso por isto.

Gisele Mariel escreveu:
Boa noite!! Achei esse assunto muito interessante (à propósito, me interesso muito pelos assuntos relacionados a cardio), então fui procurar alguns vídeos. Achei esse de troca da valva mitral Smile espero que contribua para quem, assim como eu, se interessa por isso!
http://m.youtube.com/watch?v=q-cMlkHp55M
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