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 Qual o Gabarito (II)?

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Isabela Saraiva



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Ter Out 07, 2014 2:13 am

Boa noite! Gostaria de responder à questão 12. Acredito que seja letra C.

O paciente apresenta confusão mental, hipotensão arterial, taquipneia de 35 incursões respiratórias / minuto e taquicardia de 120 bpm, caracterizando-se na classe III, embora a sua diminuição no volume urinário não seja tão agravante como deveria ser nessa classe. Dessa forma, se considerado pertencente à classe III, segundo a seguinte tabela, o paciente perdeu, no mínimo, 30% de sangue.

" />

Achei esse artigo bem interessante, pois explica a correlação entre a perda de sangue(em traumatismos, por exemplo) e apresentações clínicas iniciais, bem como explica possíveis complicações decorrentes dessa situação: www.revistas.usp.br/rmrp/article/download/9773/11345

No entanto, apesar de a tabela ser bem clara, nem todos os sintomas se encaixam exatamente na classe III... Mas essa é a mais conveniente de acordo com o quadro proposto. E a resposta escolhida por mim de certa forma envolveria indiretamente os sintomas relacionados à classe II, pois essa também apresenta perda de até 30% de sangue. Gostaria de saber como agir diante desses limiares de classificação e se minha classificação foi correta. Obrigada!
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Isabela Saraiva



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Ter Out 07, 2014 2:18 am

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Gabriel Tavares



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Ter Out 07, 2014 2:48 am

Boa noite professora, tentarei responder a segunda questão.
Pelo meu conhecimento atual a resposta seria letra B.
No quadro de hipercalemia há uma diminuição na velocidade de condução do sódio, devido a maior quantidade intracelular de potássio, que, diminui o gradiente eletricamente favorável para a entrada de sódio na célula. Para corrigir isso, um aumento na concentração extracelular de sódio pode balancear essa perca, pois, com o aumento do gradiente de concentração do sódio, a velocidade com que esse íon entra na célula se torna maior.
Alem disso, o bicarbonato de sódio é um sal derivado de uma base forte (NaOH) e de um ácido fraco (H2C03), desse modo, a utilização desse sal aumenta o pH do meio. Com a menor quantidade de H+, menos íons sódio são perdidos pelo trocador Na+/H+ e, consequentemente, mais Na+ fica disponível para a Na+/K+ase e mais potássio é colocado no meio intracelular, diminuindo a quantidade extracelular de potássio e consequentemente amenizando a hipercalemia.
Professora, não sei se minhas explicações estão integralmente certas, mas foi o que eu consegui pensar com o que eu aprendi até agora. Aguardo ansiosamente pelo seu comentário Smile
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Taiany Fonsêca



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Ter Out 07, 2014 3:13 am

15 - letra D[/b]. Aconselha-se substituir a droga já que a neurite óptica é uma inflamação do nervo óptico e é uma das causas de perda súbita de visão acompanhada de dor à movimentação dos olhos. Só complementando o que Rapha falou (:


Última edição por Taiany Fonsêca em Ter Out 07, 2014 3:24 am, editado 1 vez(es)
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Taiany Fonsêca



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Ter Out 07, 2014 3:23 am

18. Anemia hipocrômica microcítica pode ser encontrada em:
A. Deficiência de ácido fólico;
B. Anemia ferropriva;
C. Anemia falciforme;
D. Deficiência de B12.

Anemia hipocrômica microcítica - VCM, HCM e CHCM diminuídos

Anemia por deficiência de ferro ou por alterações no metabolismo do ferro (anemia sideroblástica). Por deficiência na síntese de hemoglobina, talassemias ou relacionada à doença crônica.
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Maria W. Pricila Silva



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qua Out 08, 2014 2:18 am

Boa Noite!
Tentando responder a questão 14 (Qual o parasita intestinal mais comum no Brasil?), encontrei esse artigo "Levantamento epidemiológico das parasitoses intestinais: viés analítico decorrente do tratamento profilático"( http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2008001200021&script=sci_arttext )e encontrei como resposta a letra C -Ascaris lumbricoides-baseada num trecho de tal artigo que diz:"Merecem destaque como enteroparasitos mais freqüentes G. intestinalis (42,6%), E. vermicularis (24,3%) e A. lumbricoides (12,5%)."
Sabe-se que as parasitoses intestinais são um problema de saúde pública, a educação da população e o investimento em melhorias nas condições sanitárias continuam sendo as principais maneiras profiláticas de evitar tais acometimentos.
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Indiramsp



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qua Out 08, 2014 3:23 am

Boa noite! A questão 19 pela minha pesquisa seria a letra D.

" Nos casos de tuberculose meningoencefálica, em qualquer idade, recomenda-se o uso de corticosteroides (prednisona, dexametasona ou outros), por um período de 1 a 4 meses, no início do tratamento. Na criança, a prednisona e administrada na dose de 1 a 2mg/kg de peso corporal, ate a dose máxima de 30mg/dia. No caso de se utilizar outro corticosteroide, aplicar a tabela de equivalência entre eles."

De acordo com DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS – GUIA DE BOLSO – 8ª edição revista;
MINISTÉRIO DA SAÚDE; Secretaria de Vigilância em Saúde;
Departamento de Vigilância Epidemiológica;
BRASÍLIA / DF – 2010

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Beatriz Pimentel



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 1:18 am

Boa noite! Creio que a resposta da questão 16 é a letra C -tuberculose.

"Baixos valores de glicose no líquido pleural (<60 mg/dl) indicam a presença de uma das seguintes situações: derrame parapneumónico complicado, doença neoplásica, tuberculose ou doença reumatóide. O baixo nível de glicose parece resultar da combinação de uma glicólise aumentada no tecido pleural, do consumo aumentado pelas células inflamatórias e bactérias e/ou de um mecanismo de transporte de glicose alterado."

https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/19193/1/Marcadores%20biol%C3%B3gicos%20no%20l%C3%ADquido%20pleural.pdf

O artigo trata dos marcadores biológicos no líquido pleural, bastante elucidativo.
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nathalia.piscoya



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 1:57 am

Boa noite professora!
Tentei responder a questão 8, e acredito que a resposta correta seja A.
"Ao avaliar o traumatizado devemos presumir que até prova em contrário o estado de choque é causado por:
A. Perda de fluido - Não, pois isso configuraria um estado de choque hipovolêmico que poderia ser uma consequência de desidratação ou doenças como a cólera; não sendo compatível, portanto, com acidentes e traumas.
B. Obstrução do retorno venoso - Como é o sangue arterial o responsável pelo suprimento dos nutrientes essenciais às células, ele é quem seria o mais associado a estados de choque.
C. Falência cardíaca - acredito que a falência cardíaca seja relacionada à uma emergência clínica, por ser uma condição crônica (muitas vezes resultando de condições como aterosclerose), e não à uma emergência traumática.
D. Vasodilatação - como no caso do choque hipovolêmico a perfusão tecidual é reduzida, a vasodilatação seria uma resposta do organismo para tentar trazer o corpo de volta à homesotase, sendo portanto uma consequência do choque, e não o contrário.
E. Hemorragia - Sim, pois o estado de choque está geralmente associado à insuficiência circulatória aguda, ou seja, basicamente a perda considerável de suprimento sanguíneo. Como o caso é de trauma, a hemorragia seria a maior suspeita como causadora do choque.

Fontes:
http://www.bombeirospraia.com/Paginas/estado_choque.html
http://saude.ig.com.br/minhasaude/primeirossocorros/estado+de+choque/ref1237829338579.html
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:14 pm

Gisele Mariel
O Toxoplasma gondii habita o intestino, em imunocompetentes, na maioria, sem sinais e sintomas.
Nos imunodeprimidos, os taquizoítos migram para o cérebro na forma de bradizoítos e literalmente
"estouram" no cérebro levando a lesão neurológica.
Este Toxoplasma possui GPI-mucina (glicosilfosfatidilinositol) extremamente lesivo para o cérebro.
Isso ocorre com os aidéticos.

Gisele Mariel escreveu:
Boa noite! Segundo o que pesquisei acerca da questão 17, a toxoplasmose é a lesão neurológica mais comum em pacientes HIV-positivo. A resposta, então, seria letra C. Professora, caso não haja problema, gostaria de maiores esclarecimentos sobre o "caminho" que leva alguém HIV-positivo a uma lesão neurologica. Desde já, obrigada.
Fonte: http://www.aids.gov.br/pcdt/16
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:16 pm

Getulio Queiroz
A que sedar, primeiro, esses pacientes: benzodiazepínicos.

getulioqueiroz escreveu:
Olá professora, boa noite. Tentarei responder a questão de número 11.

De acordo com minhas pesquisas, acho que  a alternativa mais coerente seria a adoção, inicialmente, de beta-bloqueadores, e posteriormente, o uso da adenosina.
fico com a letra D.

http://www.fotosantesedepois.com/taquicardia-supraventricular-paroxistica/#Tratamento_da_taquicardia_paroxstica_supraventricular
http://www.anm.org.br/img/Arquivos/Aulas%20Curso%20Capacita%C3%A7%C3%A3o%20em%20Urg%C3%AAncia%20e%20Emerg%C3%AAncias/Quinta/Arritmias%20Comuns.pdf
http://files.bvs.br/upload/S/1679-1010/2012/v10n6/a3186.pdf
http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/books/livro11/cap/cap05.htm
http://www.saudedireta.com.br/docsupload/1340062637arritmias.pdf
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:21 pm

Isabela Saraiva
Está correto.
É claro, que o parâmetro Ht (hematócrito) ao lado do hemograma e VHS nos dá maior segurança em definir
maior perda de hemácias (para substituição com papa de hemácias) ou plasma ou sangue total, para prever percentual de perda e quais hemoderivados mais necessários.

Isabela Saraiva escreveu:
Boa noite! Gostaria de responder à questão 12. Acredito que seja letra C.

O paciente apresenta confusão mental, hipotensão arterial, taquipneia de 35 incursões respiratórias / minuto e taquicardia de 120 bpm, caracterizando-se na classe III, embora a sua diminuição no volume urinário não seja tão agravante como deveria ser nessa classe. Dessa forma, se considerado pertencente à classe III, segundo a seguinte tabela, o paciente perdeu, no mínimo, 30% de sangue.

" />

Achei esse artigo bem interessante, pois explica a correlação entre a perda de sangue(em traumatismos, por exemplo) e apresentações clínicas iniciais, bem como explica possíveis complicações decorrentes dessa situação: www.revistas.usp.br/rmrp/article/download/9773/11345

No entanto, apesar de a tabela ser bem clara, nem todos os sintomas se encaixam exatamente na classe III... Mas essa é a mais conveniente de acordo com o quadro proposto. E a resposta escolhida por mim de certa forma envolveria indiretamente os sintomas relacionados à classe II, pois essa também apresenta perda de até 30% de sangue. Gostaria de saber como agir diante desses limiares de classificação e se minha classificação foi correta. Obrigada!
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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:26 pm

Gabriel Tavares
Considerações corretas.
É verdade, quando trata de hipercalemia, trata-se na corrente sanguínea e não intracelular.
Isso é fundamental ser entendido e você mostra o trajeto de forma pertinente.

Gabriel Tavares escreveu:
Boa noite professora, tentarei responder a segunda questão.
Pelo meu conhecimento atual a resposta seria letra B.
No quadro de hipercalemia há uma diminuição na velocidade de condução do sódio, devido a maior quantidade intracelular de potássio, que, diminui o gradiente eletricamente favorável para a entrada de sódio na célula. Para corrigir isso, um aumento na concentração extracelular de sódio pode balancear essa perca, pois, com o aumento do gradiente de concentração do sódio, a velocidade com que esse íon entra na célula se torna maior.
Alem disso, o bicarbonato de sódio é um sal derivado de uma base forte (NaOH) e de um ácido fraco (H2C03), desse modo, a utilização desse sal aumenta o pH do meio. Com a menor quantidade de H+, menos íons sódio são perdidos pelo trocador Na+/H+ e, consequentemente, mais Na+ fica disponível para a Na+/K+ase e mais potássio é colocado no meio intracelular, diminuindo a quantidade extracelular de potássio e consequentemente amenizando a hipercalemia.
Professora, não sei se minhas explicações estão integralmente certas, mas foi o que eu consegui pensar com o que eu aprendi até agora. Aguardo ansiosamente pelo seu comentário Smile
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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:32 pm

Maria W. Pricila Silva
Muitas vezes, os agentes de saúde entram nas comunidades (favelas), (e como não há condições do Estado
em fazer parasitológico de fezes, em toda população), administram mebendazol, independe do parasitológico
de fezes, tamanha a incidência de Ascaris lumbricoide e outros helmintos familiares.
Problema grave de saneamento e de exames disponíveis para a Saúde Pública.



Maria W. Pricila Silva escreveu:
Boa Noite!
Tentando responder a questão 14 (Qual o parasita intestinal mais comum no Brasil?), encontrei esse artigo "Levantamento epidemiológico das parasitoses intestinais: viés analítico decorrente do tratamento profilático"( http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2008001200021&script=sci_arttext )e encontrei como resposta a letra C -Ascaris lumbricoides-baseada num trecho de tal artigo que diz:"Merecem destaque como enteroparasitos mais freqüentes G. intestinalis (42,6%), E. vermicularis (24,3%) e A. lumbricoides (12,5%)."
Sabe-se que as parasitoses intestinais são um problema de saúde pública, a educação da população e o investimento em melhorias nas condições sanitárias continuam sendo as principais maneiras profiláticas de evitar tais acometimentos.
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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:36 pm

Indira
Lembrando, de reforçar o tratamento do Bacilo da tuberculose pois os anti-inflamatórios hormonais aumentam
ainda mais sua proliferação por baixa imunidade, condicionada pelo medicamento corticoide.

Indiramsp escreveu:
Boa noite! A questão 19 pela minha pesquisa seria a letra D.

"     Nos casos de tuberculose meningoencefálica, em qualquer idade, recomenda-se o uso de corticosteroides (prednisona, dexametasona ou outros), por um período de 1 a 4 meses, no início do tratamento. Na criança, a prednisona e administrada na dose de 1 a 2mg/kg de peso corporal, ate a dose máxima de 30mg/dia. No caso de se utilizar outro corticosteroide, aplicar a tabela de equivalência entre eles."

De acordo com DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS – GUIA DE BOLSO – 8ª edição revista;
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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:39 pm

Correto, Beatriz Pimentel

Beatriz Pimentel escreveu:
Boa noite! Creio que a resposta da questão 16 é a letra C -tuberculose.

"Baixos valores de glicose no líquido pleural (<60 mg/dl) indicam a presença de uma das seguintes situações: derrame parapneumónico complicado, doença neoplásica, tuberculose ou doença reumatóide. O baixo nível de glicose parece resultar da combinação de uma glicólise aumentada no tecido pleural, do consumo aumentado pelas células inflamatórias e bactérias e/ou de um mecanismo de transporte de glicose alterado."

https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/19193/1/Marcadores%20biol%C3%B3gicos%20no%20l%C3%ADquido%20pleural.pdf

O artigo trata dos marcadores biológicos no líquido pleural, bastante elucidativo.
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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Qui Out 09, 2014 7:41 pm

Exato, Nathalia

nathalia.piscoya escreveu:
Boa noite professora!
Tentei responder a questão 8, e acredito que a resposta correta seja A.
"Ao avaliar o traumatizado devemos presumir que até prova em contrário o estado de choque é causado por:
A. Perda de fluido - Não, pois isso configuraria um estado de choque hipovolêmico que poderia ser uma consequência de desidratação ou doenças como a cólera; não sendo compatível, portanto, com acidentes e traumas.
B. Obstrução do retorno venoso - Como é o sangue arterial o responsável pelo suprimento dos nutrientes essenciais às células, ele é quem seria o mais associado a estados de choque.
C. Falência cardíaca - acredito que a falência cardíaca seja relacionada à uma emergência clínica, por ser uma condição crônica (muitas vezes resultando de condições como aterosclerose), e não à uma emergência traumática.
D. Vasodilatação - como no caso do choque hipovolêmico a perfusão tecidual é reduzida, a vasodilatação seria uma resposta do organismo para tentar trazer o corpo de volta à homesotase, sendo portanto uma consequência do choque, e não o contrário.
E. Hemorragia - Sim, pois o estado de choque está geralmente associado à insuficiência circulatória aguda, ou seja, basicamente a perda considerável de suprimento sanguíneo. Como o caso é de trauma, a hemorragia seria a maior suspeita como causadora do choque.

Fontes:
http://www.bombeirospraia.com/Paginas/estado_choque.html
http://saude.ig.com.br/minhasaude/primeirossocorros/estado+de+choque/ref1237829338579.html
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lucassarmento



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Dom Out 19, 2014 9:20 pm

Professora,vou tentar responder a 10ª questão, acho que seja a letra "A"

A partir de alguns artigos, observei que o estudo de gasometria arterial se analisa principalmente a partir dois parâmetros: a concentração de íons bicarbonato e a pressão parcial de gás carbônico (PCO2). Desse modo, apesar da concentração de PCO2 estar um pouco abaixo do normal (sendo o normal entre 35 e 45), acredito que essa baixa variação do PCO2 seria devido a uma resposta compensatória à acidose, se manifestando pela hiperventilação de forma a corrigir a diminuição do ph sanguíneo. Assim, o que definiria o quadro clínico do paciente seria a baixa concentração de íons bicarbonato (taxa de íons bicarbonato normal entre 22-26), dessa forma, se mostrando um caso de acidose metabólica.
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Hélia Cannizzaro



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MensagemAssunto: Re: Qual o Gabarito (II)?   Sex Out 24, 2014 6:07 pm

Lucas Sarmento
Perfeito!
lucassarmento escreveu:
Professora,vou tentar responder a 10ª questão, acho que seja a letra "A"

A partir de alguns artigos, observei que o estudo de gasometria arterial se analisa principalmente a partir dois parâmetros: a concentração de íons bicarbonato e a pressão parcial de gás carbônico (PCO2). Desse modo, apesar da concentração de PCO2 estar um pouco abaixo do normal (sendo o normal entre 35 e 45), acredito que essa baixa variação do PCO2 seria devido a uma resposta compensatória à acidose, se manifestando pela hiperventilação de forma a corrigir a diminuição do ph sanguíneo. Assim, o que definiria o quadro clínico do paciente seria a baixa concentração de íons bicarbonato (taxa de íons bicarbonato normal entre 22-26), dessa forma, se mostrando um caso de acidose metabólica.
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